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1 de janeiro a 31 de junho de 2000
1º de julho a
30 de dezembro de 2000
1
de janeiro a 31 de junho de 2000
Relatórios de auditoria
Seis auditorias
previstas no plano de auditoria da Inspetora-Geral para 2000 foram
realizadas no período terminado em 30 de junho de 2000.
A auditoria SG/OIG/AUDIT-01/00
foi levada a cabo a fim de avaliar os controles internos do
Escritório de Ciência e Tecnologia. Foram examinados determinados
procedimentos operacionais e transações para verificar se esse
Escritório estava exercendo suas funções de acordo com as
políticas e procedimentos da OEA. A auditoria determinou que a
maioria dos controles internos do Escritório são adequados. As
principais deficiências identificadas foram as seguintes: a) os
saldos dos relatórios mensais de assistência não coincidiam com
os resumos obtidos dos registros proporcionados pelo Departamento de
Serviços Financeiros e b) é necessário classificar corretamente
as despesas de projetos e fazer o acompanhamento de saldos restantes
de projetos concluídos. Sete recomendações foram apresentadas, as
quais foram aprovadas pelo Secretário-Geral.
A auditoria SG/OIG/AUDIT-02/00
foi realizada principalmente para fazer o acompanhamento de ações
tomadas e para examinar o progresso alcançado na implementação de
recomendações da auditoria anterior dos servidores NT (SG/OIG/AUDIT-08/99).
Nosso exame incluiu a revisão da segurança e das operações de
sistemas, inclusive a segurança do domain do SICE e dos servidores
NT, bem como das funções e desempenho do recém-nomeado Oficial de
Segurança de Informação. A auditoria determinou que, de modo
geral, foi alcançado progresso nos Sistemas de Informação da OEA
no que se refere a domains NT e segurança do servidor e controle
operacional do sistema Oracle. A segurança física melhorou muito;
diversas lacunas técnicas foram preenchidas; uma reorganização
interna proporcionou responsabilidades administrativas; e a
nomeação do Oficial de Segurança de Informação aumentou o
enfoque de segurança. Se bem que a Subsecretaria de Administração
concorde com os resultados e recomendações do relatório, existem
diversos desafios que o Sistema de Informação da OEA enfrenta e
que devem ser abordados efetivamente. Uma preocupação é que,
embora tenha sido alcançado certo progresso, muitas das conclusões
e recomendações originais da auditoria anterior, que haviam sido
declaradas concluídas pelo pessoal da OEA, ainda estavam
incompletas. Na ocasião da auditoria, o auditor concluiu que 20 das
44 conclusões originais estavam concluídas e encerradas e que 24
estavam incompletas e ainda pendentes. Fomos informados de que não
foram aprovados recursos solicitados no orçamento de 2001 para a
implementação de recomendações críticas para atualização de
sistemas, maior segurança de sistemas e recursos humanos adicionais.
As nove recomendações de alto risco (a ser implementadas em 30
dias) e quatro recomendações de risco médio (a ser implementadas
em 90 dias), que foram formuladas a fim de atender às conclusões
desta auditoria, foram aprovadas pelo Secretário-Geral. O
Escritório do Inspetor-Geral continua a monitorar os esforços
empreendidos pela Subsecretaria de Administração no sentido de
abordar as conclusões de auditorias e a Inspetora-Geral verificou
que estão sendo envidados todos os esforços pela Subsecretaria, no
sentido de cumprir as recomendações de acordo com as limitações
dos recursos disponíveis.
A auditoria SG/OIG/AUDIT-03/00
foi efetuada para examinar o progresso alcançado na implementação
das recomendações da auditoria anterior de Oracle Government
FinancialsTM (SG/OIG/AUDIT-09/99) e da nova família de aplicações
do Oracle Human Resources que foram produzidas este ano. Uma vez que
o sistema hardware/software e as organizações de apoio técnico
são semelhantes para as duas famílias de aplicações e dado que
as recomendações de alto risco não foram cumpridas, as
deficiências identificadas nas auditorias anteriores também afetam
Recursos Humanos. O auditor determinou que, das 20 recomendações
aprovadas na auditoria de 1999, apenas duas poderiam ser
consideradas concluídas. A falta de conclusão do trabalho para
resolver os problemas identificados na auditoria anterior preocupa
seriamente o Escritório do Inspetor-Geral, particularmente porque
recomendações sobre normas de auditoria não foram cumpridas.
Além disso, não foram estabelecidas responsabilidades para os
auditores seguirem efetivamente atividades do Oracle FinancialsTM ou
Contabilidade de Projetos. Como não foi concedido o acesso ao
sistema solicitado, o auditor técnico teve de empregar um método
mais difícil de extrair a evidência técnica.
As questões de controle
de dados de que trata o relatório de auditoria são muito graves e
devem ser abordadas prioritariamente, particularmente dado que o
auditor encontrou que os dados financeiros no Sistema Oracle
FinancialsTM nem sempre representam a situação financeira de
determinados programas, projetos, escritórios ou organizações. A
auditoria também identificou a necessidade de políticas e
procedimentos de segurança formalmente documentados para toda a
Organização, e temos a satisfação de informar que esta
necessidade está sendo atendida. No entanto, é urgente a
formulação de políticas e procedimentos por escrito para os
processos operacionais do Sistema Oracle FinancialsTM. A auditoria
também determinou que não é adequado o controle de aspectos
significativos do Oracle FinancialsTM e de aplicações de folhas de
pagamento e sistemas relacionados e de hardware e que esse controle
precisa de ser aperfeiçoado. No relatório de auditoria de 1999, a
Junta de Auditores Externos observou que deficiências na estrutura
de controle identificadas pelo Escritório do Inspetor-Geral não
foram abordadas imediatamente e que tiveram um impacto sobre as
operações financeiras de 1999. Acrescentaram também que, como
são consideráveis os problemas existentes, a administração da
OEA deve continuar a tomar medidas apropriadas para garantir
controles adequados e razoáveis dos recursos financeiros. Nove
recomendações de alto risco e cinco de risco médio foram
aprovadas pelo Secretário-Geral. Cabe observar que as
recomendações formuladas nesta auditoria haviam sido originalmente
apresentadas no relatório de auditoria anterior.
O compromisso da
administração com a competência é um fator importante para
garantir um ambiente de controle positivo. O relatório de auditoria
afirma que o Subsecretário de Administração deve assegurar-se de
que sejam tomadas medidas apropriadas para uma administração mais
efetiva do Oracle Technical Environment, garantir que esses
processos empresariais críticos que são conduzidos sejam
adequadamente documentados e determinar necessidades financeiras e
de recursos humanos apropriadas para um ambiente que gera uma
atitude positiva e de apoio com relação a controles internos.
Temos a satisfação de
informar que já foi iniciada a implementação das recomendações
e felicitamos a Subsecretaria de Administração pelo significativo
progresso alcançado. Estão sendo oferecidos cursos de treinamento
a alguns departamentos, para atender a suas necessidades
específicas. Estão sendo levadas a cabo discussões a fim de
abordar a aparente duplicação de responsabilidades do Departamento
de Tecnologia e Serviços Gerais, do Departamento de Análise
Administrativa, Planejamento e Serviços de Apoio e do Departamento
de Serviços Financeiros, e o assunto deverá ser resolvido em breve.
Depois da questão do relatório de auditoria, o Departamento de
Análise Administrativa, Planejamento e Serviços de Apoio elaborou
uma série de cursos de treinamento sistemático e detalhado em
Oracle, a fim de proporcionar aos usuários, inclusive executivos da
Secretaria-Geral da OEA, o conhecimento necessário para desempenhar
as funções que lhes são atribuídas. O memorando de 27 de julho
de 2000, do Subsecretário de Administração dirigido a todos os
Secretários Executivos e Subsecretários, Diretores e Chefes de
Repartição, proporciona uma descrição sucinta de alguns dos
atributos do Oracle FinancialsTM e propõe um plano de treinamento
prático e avaliação de todos os funcionários, a fim de assegurar
que todos possuam a capacidade necessária para desempenhar as suas
funções. Esse memorando, que foi emitido em resposta a
recomendações de auditorias específicas, destina-se a melhorar a
segurança geral de sistemas e aumentar a conscientização a
respeito da segurança, a proporcionar ao pessoal a capacidade de
administrar suas informações financeiras no Sistema Oracle e de
recuperar a informação financeira necessária do sistema para fins
de apresentação de relatórios.
A auditoria SG/OIG/Audit
04/00 foi realizada a fim de avaliar os controles administrativos e
internos dos recursos da Caixa Pequena na sede e de assegurar o
cumprimento das normas e procedimentos da OEA. Nosso exame
determinou que todas as contas de Caixa Pequena estavam devidamente
contabilizadas e que as despesas eram acompanhadas de documentação.
No entanto, constatamos que o Departamento de Serviços Financeiros
(DFS) e os Custódios da Caixa Pequena nem sempre cumpriam os
procedimentos da OEA referentes à manutenção e desembolso dos
Recursos da Caixa Pequena. As principais falhas identificadas foram
as seguintes:
I. A lista proporcionada
pelo DFS estava incompleta, por omitir um custódio.
II. Recursos de Caixa Pequena, embora não em grandes quantias,
estavam inapropriadamente depositados nas contas pessoais de dois
custódios na Cooperativa de Crédito da OEA.
III. Seis dos 15 custódios não tinham autorização prévia para
desembolsar recursos e alguns não preencheram o formulário 370 da
OEA antes de fazer os desembolsos.
IV. Em alguns casos certos custódios tanto desembolsaram quanto
aprovaram a transação, e alguns custódios não mantiveram em
arquivo uma amostra da assinatura requerida da pessoa autorizada a
desembolsar esses recursos.
V. Apesar de não ter sido processada transação alguma desde 1998,
um custódio reteve os comprovantes e não os submeteu ao DFS para o
encerramento da conta.
Quatro recomendações
foram formuladas, a fim de melhorar os controles internos e foram
aprovadas pelo Secretário-Geral.
A auditoria (SG/OIG/AUDIT-05/00)
foi realizada a fim de identificar os controles em vigor para as
atividades operacionais do Escritório da Secretaria-Geral em Saint
Kitts e Nevis. Examinamos determinadas atividades operacionais e
financeiras incluindo receitas e desembolsos em dinheiro para o
período de janeiro a dezembro de 1999. Avaliamos a efetividade,
eficiência e economia de controles internos, para determinar se o
Escritório estava cumprindo suas responsabilidades em conformidade
com as normas e procedimentos da OEA. Constatamos que, de modo geral,
os controles internos do Escritório da OEA em Saint Kitts e Nevis
são adequados para proporcionar a devida autorização e registro
de transações, atividades e desembolsos e a adequada proteção de
ativos. As principais deficiências identificadas no decorrer da
auditoria foram a necessidade de: 1) cumprir as normas da OEA com
relação ao uso pessoal do telefone; 2) manter um registro de
milhagem para o veículo oficial; 3) garantir a precisão dos
relatórios mensais de assistência submetidos ao Departamento de
Serviços Financeiros; e 4) submeter um inventário anual para o
registro adequado de ativos da OEA. O Diretor do Escritório da OEA
em Saint Kitts and Nevis reembolsou à OEA o custo de suas chamadas
telefônicas que foram identificadas na auditoria. Verificamos
também que o Departamento de Serviços Financeiros não manteve um
registro de assinaturas autorizadas para todas as contas bancárias
nos Estados membros, conforme requerido pelas normas da OEA.
Examinamos dois projetos executados pelo Escritório em Saint Kitts
e Nevis no período abrangido pela auditoria: 1) Desenvolvimento da
Pequena Empresa e 2) Treinamento em Programação de Computador e
Empresarial. A auditoria determinou que saldos de projetos no
Sistema Oracle FinancialsTM na sede não coincidiam com os registros
de desembolsos nesse Escritório devido a quantias registradas
incorretamente sob determinados projetos e a erros tipográficos no
registro de desembolsos. É necessária uma administração mais
efetiva de projetos por parte de diretores de projetos na sede, a
fim de garantir que os desembolsos sejam registrados apropriadamente
e que os saldos das contas sejam exatos. Treze recomendações foram
apresentadas, as quais foram aprovadas pelo Secretário-Geral.
A auditoria SG/OIG/AUDIT-06/00
foi levada a cabo a fim de identificar os controles em vigor para as
atividades operacionais do Escritório da Secretaria-Geral em
Antígua e Barbuda. Examinamos determinadas atividades operacionais
e financeiras, incluindo receitas e desembolsos em dinheiro para o
período de janeiro a dezembro de 1999, a fim de avaliar a
efetividade, eficiência e economia de controles internos e de
determinar se o Escritório estava cumprindo suas responsabilidades
em conformidade com as normas e procedimentos da OEA. Constatamos
que, de modo geral, o Escritório da OEA em Antígua e Barbuda
registra todas as transações operacionais. As principais
deficiências identificadas no decorrer da auditoria foram a
necessidade de: 1) cumprir as normas da OEA com relação ao uso
pessoal do telefone; 2) manter um registro de milhagem para o
veículo oficial; 3) garantir a precisão dos relatórios mensais de
assistência submetidos ao Departamento de Serviços Financeiros; 4)
submeter relatórios trimestrais de produtos importados livre de
impostos naquele Estado membro; e 5) submeter um inventário anual
para o registro adequado de ativos da OEA. O Diretor do Escritório
da OEA em Antígua e Barbuda reembolsou à OEA o custo de suas
chamadas telefônicas que foram identificadas na auditoria. A
auditoria também identificou a necessidade de treinamento em normas
operacionais da OEA para o Secretário/Técnico, que foi
proporcionado pelo Escritório em Saint Kitts e Nevis antes da
conclusão do relatório de auditoria. Nossos comentários
anteriores a respeito da necessidade de o Departamento de Serviços
Financeiros manter um registro de assinaturas autorizadas para todas
as contas bancárias nos Estados membros, conforme exigido pelas
normas da OEA, também se aplicam ao Escritório da OEA em Antígua
e Barbuda. Foram executados dois projetos em Antígua e Barbuda no
período abrangido pela auditoria: 1) Promoção de Sistemas
Ambientalmente Sustentáveis de Manejo de Pragas Agrícolas mediante
o Uso de Biopesticidas como Neem; e 2) Enfoque Integrado do
Planejamento e Desenvolvimento da Terra para Sustentabilidade
Ambiental. Não foi possível examinar esses projetos uma vez que:
1) registros do projeto são retidos pela agência executora em
outro Estado membro; e 2) o período de desembolsos foi prorrogado
devido a atrasos na implementação de atividades do projeto, por
causa de prejuízos ocasionados por furacão. A auditoria também
identificou uma obrigação pendente de pagamento para despesas de
veículo relacionadas com o Projeto Parham Harbor, que foi
concluído em 1997. Doze recomendações foram formuladas e
submetidas à aprovação do Secretário-Geral.
Pessoal
No período que terminou
em 30 de junho de 2000, estava em andamento o recrutamento de
auditores para preencher as quatros vagas no Escritório do
Inspetor-Geral. Como resultado desse processo, foram preenchidos
três cargos de auditor por auditores qualificados com considerável
experiência. O recrutamento para o cargo de Inspetor-Geral Adjunto
- o único cargo vago neste Escritório - está em sua etapa final,
e espera-se preencher a vaga em breve.
Outros assuntos
O Escritório do
Inspetor-Geral continuou a participar como observador em reuniões
particularmente relacionadas com a Comissão de Seleção e
Aquisição e com o Sistema Oracle Financials TM.
Linda P.
Fealing
Inspetora-Geral
14 de agosto de 2000
1º de julho a 30 de dezembro de 2000
Relatório de Auditoria
Foram realizadas 13
auditorias no período de 1° de julho a 31 de dezembro de 2000 e
feitas recomendações para corrigir debilidades de controle interno
identificadas. Todos os relatórios foram aprovados pelo
Secretário-Geral.
A auditoria SG/OIG-07/00
foi feita com enfoque nas políticas e procedimentos novos dos
processos de aquisição, constantes da Ordem Executiva 00-1 corr.
1. A auditoria examinou amostras selecionadas das funções
integradas relacionadas com o processo de aquisição, incluindo
requisição, compra, pagamento e colocação de transações de
aquisição em 1999 e 2000. A implementação do Sistema Oracle
Financialsä mudou os processos de aquisição da OEA. O novo
sistema agora requer que os departamentos de origem enviem uma
requisição ao Escritório de Serviços de Gestão de Aquisições
(OPMS) para preparação e aprovação de uma ordem de compra. A
auditoria determinou que o Sistema funciona até certo ponto, mas
não está plenamente funcional em termos de exatidão de dados,
consistência e integridade de dados, grau de automação e
facilidade para o usuário. Em seguida à questão do projeto de
relatório, fomos informados de que foram corrigidas várias
debilidades identificadas na auditoria com relação a gravames
negativos, reconciliação de faturas, ordens de compras abertas,
saldos zero e reconciliação do arquivo de ordens de compras com os
gravames registrados no Livro Razão. Parabenizamos a Secretaria de
Administração pelos esforços envidados no sentido de gerenciar e
controlar efetivamente o processo de aquisição e corrigir as
debilidades identificadas na auditoria. Incentivamos o monitoramento
contínuo, por parte da OPMS, dos processos integrados de
aquisição da OEA, a fim de assegurar a adequação dos controles
internos.
O objetivo da auditoria
SG/OIG-08/00 foi avaliar os controles internos do Escritório da SG/OEA
na Guatemala. A auditoria determinou que é necessária uma
supervisão mais eficaz por parte do Diretor desse escritório, bem
como o cumprimento das diretivas da OEA em relação com as
funções de desembolso, conciliações bancárias, registro de
assinaturas autorizadas nos registros do banco local e registro dos
ativos da OEA mantidos pelo Departamento de Tecnologia e Serviços
Gerais. Foram examinados quatro projetos executados nesse Estado
membro: 1) Assistência ao Tribunal Supremo Eleitoral da Guatemala;
2) Redução da abstenção eleitoral na Guatemala; 3) Missão de
Observação Eleitoral de 1999; e 4) Modificação dos Programas de
Estudos nas Escolas. A auditoria determinou que esses projetos
fossem realizados em conformidade com suas respectivas decisões e
alcançados seus objetivos.
A auditoria SG/OIG-09/00
apresenta detalhes a respeito de nosso exame da Cultura de Diálogo
(PROPAZ) e da assistência aos Projetos de Remoção de Minas,
também realizados na Guatemala. A auditoria determinou que os
projetos foram executados de forma satisfatória em conformidade com
os respectivos acordos.
O propósito principal
da auditoria SG/OIG-10/00 foi examinar os controles internos
relacionados com os processos de relações de pagamentos da SG/OEA,
após a implementação do novo Módulo de Recursos Humanos/Folha de
Pagamento. Determinou-se que, apesar do pouco tempo disponível para
sua preparação, o sistema foi implementado satisfatoriamente. A
capacidade de processar salários a tempo, com o menor número
possível de problemas técnicos nos períodos de desenvolvimento,
transição e execução foi devida principalmente ao trabalho
árduo, compromisso e dedicação do pessoal. As principais
debilidades identificadas foram: 1) as políticas e procedimentos
ainda não estão documentados para assegurar consistência na
aplicação dos processos de relações de pagamentos; 2) os
lançamentos no diário utilizados para registrar as transações
nem sempre são documentados; 3) havia falta de um reastreamento
adequado da auditoria por meio do qual fossem examinadas as
transações processadas como reembolsos por pagamentos de salários
excessivos; 4) apesar das recomendações de um relatório de
auditoria de 1999, os pedidos de pagamento a título de
extraordinários não foram apoiados por registros de segurança
apropriados para documentar a presença do funcionário na OEA
durante as horas remuneradas; 5) nenhuma das Notificações de
Ação de Pessoal (NAP) foi preparada da forma oportuna nem
eficazmente examinada pelo Departamento de Serviços Financeiros (DFS);
e 6) a SG/OEA não cumpriu o Regulamento de Pessoal no tocante aos
subsídios por funções especiais para funcionários designados a
funções de nível mais alto.
A auditoria SG/OIG-11/00
foi feita para identificar os controles internos das atividades
operacionais do Escritório da Secretaria-Geral no Peru (OEA Peru).
A auditoria determinou que os controles internos eram menos que
satisfatórios no tocante aos processos operacionais desse
escritório, incluídos o recibimento e desembolso de fundos da OEA,
preparação de reconciliações bancárias e liberações
trimestrais de mercadorias importadas livres de impostos. Notou-se
que o Técnico Administrativo/Secretário da OEA Peru desse
escritório não tinha os conhecimentos necessários das normas e
regulamentos da OEA em matéria financeira e que o Diretor não
fazia uma supervisão eficaz. Os três projetos examinados durante
essa auditoria foram: 1) Campo de Pesquisa de Tarapoto; 2) Missão
de Observadores Eleitorais; e 3) Desenvolvimento Sustentável das
Áreas Frontais do Amazonas. O Escritório do Inspetor-Geral
determinou que, embora os objetivos dos projetos tenham sido
alcançados, não foram oportunamente apresentados aos doadores
relatórios de andamento nem relatórios finais e há necessidade de
uma gestão mais eficaz a partir da sede.
A auditoria SG/OIG-12/00
examinou o projeto Reconstrução Conjunta de Lares em Comunidades
do Centro e Norte da Nicarágua e determinou que os objetivos do
projeto tinham sido alcançados. No entanto, é necessário: 1)
supervisionar de forma mais eficaz a gestão a partir da Sede; 2)
fortalecer os controles internos nas funções administrativas; e 3)
cumprir as diretivas financeiras da OEA no tocante a recibimento e
desembolso de fundos para projetos.
O principal objetivo da
auditoria SG/OIG-13/00 era determinar se a Comissão Interamericana
de Telecomunicações (CITEL) cumpre seu mandato e avaliar seus
controles administrativos e internos no cumprimento das
responsabilidades a ela confiadas. Determinou-se com segurança
razoável que os controles internos na CITEL são adequados e que a
CITEL cumpre as diretivas da SG/OEA no tocante à autorização e
desembolso de despesas. As principais debilidades identificadas
foram a necessidade de: 1) atualizar algumas descrições de cargos
para registrar as funções que atualmente estão desempenhando
certas pessoas; 2) assegurar que os relatórios mensais de licenças
e os saldos de licenças sejam corretos; e 3) notificar o
Departamento de Tecnologia e Serviços Gerais sobre itens obsoletos
ou excedentes para a atualização oportuna dos registros
relacionados com bens fixos.
A auditoria SG/OIG-14/00
examinou os controles internos para as transações financeiras da
nova Agência Interamericana de Cooperação e Desenvolvimento (AICD),
ou seja, recebimento e desembolso de fundos. A auditoria também
tinha por objetivo determinar se o sistema de computação utilizado
pela AICD para as transações financeiras está funcionando de
forma eficaz e eficiente e se atende aos requisitos de
apresentação de relatórios financeiros. As normas e procedimentos
da AICD ainda não estão disponíveis e, portanto, a Agência deve
seguir as diretivas e procedimentos da Secretaria-Geral da OEA. A
auditoria revelou várias ineficiências do sistema de computação,
bem como a necessidade de reconciliar mensalmente as despesas da
AICD com relatórios de análise das contas, gerados pelo Sistema
Oracle Financials™. Além disso, são necessários manuais de
procedimento, supervisão mais eficaz e melhoria nos procedimentos
operacionais financeiros, bem como cumprimento dos procedimentos da
SG/OEA, inclusive do Regulamento de Pessoal. Fizeram-se
recomendações para um exame eficaz da eficiência e eficácia do
sistema financeiro automatizado que a Agência Interamericana de
Cooperação e Desenvolvimento está utilizando para fins de
assegurar a existência de um sistema eficaz disponível à AICD
para fins de contabilidade e apresentação de relatórios. Fizeram-se
também outras recomendações para corrigir debilidades encontradas
no controle interno.
A auditoria SG/OIG-15/00
foi realizada para fazer um acompanhamento da auditoria de 1999 do
Departamento de Serviços Financeiros (DSF) e para avaliar os
controles administrativos e internos dos seguintes procedimentos
operacionais: 1) lançamentos e contas a cobrar em dinheiro, saldos
a pagar e desembolsos; 3) caixa pequena e contas bancárias; e 4)
reconciliações bancárias. A implementação do Sistema Oracle
Financials™ mudou consideravelmente certos procedimentos
operacionais do DSF. Apesar das debilidades encontradas, a auditoria
determinou que tem havido uma melhoria notável nos controles
internos dos procedimentos operacionais do DSF examinados. Na
opinião do Escritório do Inspetor-Geral, o processo de
reconciliação bancária de dezembro de 2000 mostra uma melhoria
notável, principalmente devido à ausência de um número
significativo de lançamentos de ajuste por cheques vencidos e
outras listas de cheques.
A auditoria determinou a
necessidade evidente de rastreamentos da auditoria a fim de
facilitar o processo de exame e documentar todos os lançamentos de
ajuste, de maneira que se assegure a transparência nas funções de
registro e contabilidade relacionadas com os dados financeiros e a
informação constantes do Sistema Oracle Financials™. Apesar da
auditoria anterior dos Fundos de Caixa Pequena na Sede (SG/OIG-04/00),
a lista de Custódios de Caixa Pequena na Sede não estava
atualizada e os saldos de caixa pequena dos Escritórios da
Secretaria-Geral da OEA nos Estados membros não puderam ser
confirmados, uma vez que a lista de pessoas autorizadas e os
montantes pertinentes tampouco estavam disponíveis. Outras
deficiências identificadas foram: 1) os lançamentos no diário
utilizados para registrar transações e fazer modificações nos
lançamentos registrados anteriormente não constam dos documentos
de apoio; 2) o DSF não manteve cópias dos cartões de assinaturas
autorizadas para os bancos locais nos Estados membros onde estão os
Escritórios da Secretaria-Geral; 3) o DSF não estava seguindo sua
política de "bloqueio de pagamento" para os cheques não
apresentados ao banco no prazo de 180 dias a partir da data de
emissão; e 4) as reconciliações bancárias não foram
oportunamente preparadas. No momento da auditoria, os manuais de
procedimento para documentar os procedimentos operacionais do DSF
ainda não estavam disponíveis. No entanto, os manuais foram
terminados e distribuídos.
As auditorias SG/OIG-16/00
e SG/OIG-17/00 foram realizadas com o objetivo de identificar os
controles vigentes nos Escritórios da Secretaria-Geral na Dominica
e em Barbados. Foram examinadas as atividades operacionais e
financeiras, inclusive recebimento e desembolso em dinheiro no
período de 1° de janeiro de 1999 a 31 de agosto de 2000. Foram
avaliadas a eficácia, eficiência e economia dos controles internos
para determinar se esses escritórios estão cumprindo suas
responsabilidades em conformidade com o regulamento da OEA. A
auditoria determinou que os Escritórios da Secretaria Geral da OEA
na Dominica e em Barbados estão sendo dirigidos com eficácia e que
há controles internos rigorosos para proteger os ativos da OEA, com
registros adequados das transações e respectivos montantes, uso
eficaz dos recursos e cumprimento das normas e diretivas
estabelecidas. Foram também examinados os projetos Youth Technology
Resource Centers e Mini-Orchid Tissue Culture/Biotechnology,
executados nesses Estados membros. A auditoria não encontrou
discrepâncias nos registros de desembolsos e determinou que foram
alcançados os objetivos dos projetos. Os principais pontos fracos
identificados são a necessidade de: 1) cumprir as diretivas da OEA
a respeito de duas assinaturas para cheques superiores a US$5.000;
2) manter um registro de postagem; 3) apresentar relatórios
trimestrais sobre a remessa de mercadorias importadas livres de
taxas alfandegárias; e 4) atualizar os registros sobre o ativo fixo
da OEA na Sede.
A auditoria SG/OIG-18/00
examinou o projeto Enfoque Integrado Multinacional para o
Planejamento de Desenvolvimento e Gestão de Terras para o Projeto
Sustentabilidade do Meio Ambiente, executado em três Estados
membros. As principais debilidades identificadas foram: 1) os fundos
foram desembolsados pela Entidade Executora depois do prazo de 31 de
dezembro de 1999, contrariamente ao acordo do projeto; 2) o valor
total do equipamento para o projeto constante da lista do
inventário proporcionado pela Entidade Executora não concordava
com o custo das compras de equipamento que aparecia nos relatórios
finais ou com os comprovantes; 3) nenhum dos desembolsos contava com
a documentação de apoio adequada; e 4) deve-se fazer um reembolso
à conta do FEMCIDI pelo saldo de fundos para projetos não
utilizados.
A auditoria SG/OIG-19/00
examinou as atividades operacionais da Assembléia Geral Modelo (MOAS)
da OEA para 1999 e 2000. Este programa visa a capacitar estudantes
das escolas secundárias e universitários a desenvolver
conhecimentos e aptidões relacinados com a democracia participativa
por meio da experiência de representar um Estado membro numa MOAS.
Os temas da OEA têm sido incorporados no programa de estudos
oficial de várias instituições acadêmicas do Hemisfério,
algumas universidades que participam no programa estabeleceram
bibliotecas depositárias que contêm documentos da OEA e, desde
1994, os programas piloto da MOAS têm sido realizados em diversos
Estados membros. Em 1996, foi assinado o Acordo de Cooperação
entre a SG/OEA e a Fundação Interamericana da MOAS, criada para
promover, ajudar e apoiar a MOAS. Em 2000 teve início a terceira
Assembléia Modelo, denominada MAIA MOAS. O interesse pela MOAS e a
participação no mesmo têm aumentado consideravelmente desde seu
início e, ao longo dos anos, os principais objetivos do programa
têm sido cumpridos. A auditoria determinou que se pode atribuir a
maior parte deste crescimento ao atual Coordenador, cujo zelo
misionário, dedicação, conhecimentos e amor ao trabalho são
exemplares. No entanto, é necessário estabelecer de forma imediata
uma base para utilizar procedimentos específicos na gestão de
todas as atividades do programa, entre elas a seleção de sede da
MOAS e o estabelecimento de uma estrutura de cotas e isenções de
pagamento. A fim de assegurar seu êxito contínuo, o programa MOAS
requer recursos adicionais, inclusive treinamento no Sistema Oracle
Financials™ para o pessoal da SG/OEA designado a esse programa,
instalações adequadas e um apoio adequado ao Coordenador. Além
disso, é necessário: 1) melhorar a gestão das atividades
administrativas da MOAS; 2) fortalecer os controles internos
relacionados com as transações financeiras, inclusive recebimento
e depósito oportunos de fundos; 3) a separação adequada de
funções nos procedimentos operacionais; e 4) a classificação e
alocação de cotas e desembolsos para melhorar a transparência e a
prestação de contas de cada MOAS.
Pessoal
O cargo de Inspetor
Geral-Adjunto foi preenchido por uma cidadã do Peru com
considerável experiência em auditorias, que assumiu suas funções
em janeiro de 2001.
Outros Assuntos
Os membros do pessoal do
Escritório do Inspetor-Geral continuaram participando como
observadores de certas reuniões relacionadas com as atividades
operacionais da Secretaria-Geral.
Março de 2001
Linda P. Fealing
Inspetora-Geral
Descargo |