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INSPETOR-GERAL Primeiro Semester
Enquanto o OIG continua a monitorar os esforços da Secretaria-Geral a fim de dar andamento aos relatórios de auditoria, a Inspetora-Geral constata que todos os esforços possíveis estão sendo empreendidos no sentido do cumprimento das recomendações formuladas, na medida dos limitados recursos disponíveis. A
auditoria SG/OIG/AUDIT-01/02
constou essencialmente de um seguimento da implementação das recomendações
emanadas da auditoria de 2000 da Revisão do Servidor NT (SG/OIG/AUDIT-
02/00) e de um exame do nível de segurança do sistema operacional do
Aplicativo Oracle, dos controles de segurança do perímetro e dos
controles antivírus do OAS Enterprise System (OASES). A
auditoria constatou o excelente progresso realizado
na esfera do Departamento de Tecnologia da Informação (DTI) da
OEA desde a nomeação do Oficial de Segurança da Informação (OST). A
OEA conta agora com uma política de segurança da informação editada
e que trata de todas as áreas pertinentes mais importantes, havendo-se
implementado uma série de medidas formais de segurança. Muitas
melhorias de arquitetura de difícil execução foram introduzidas,
inclusive controladores do domínio dedicados e uma zona
“desmilitarizada” na firewall (“cortina de fogo”). No
ambiente do NT, os controles de senhas foram aperfeiçoados e há pistas
de auditoria mais eficientes. Processos sistemáticos estão sendo agora
executados a fim de atualizar os sistemas de proteção contra novas
ameaças à segurança, e a configuração de segurança do controlador
de domínio e do servidor foi sensivelmente melhorada. Com o apoio da SG/OEA,
o OSI desenvolveu adequada segurança da informação relacionada com
conhecimentos e habilidades. Os controles antivírus são abrangentes e
recebem cuidadosa e atenta
supervisão. Não obstante a sensível melhoria da segurança do
ambiente do Windows NT e Windows 2000, a auditoria constatou a
necessidade das seguintes medidas nas áreas de risco remanescentes que
requerem atenção: ¨
A definição clara de um relacionamento
eficiente entre o Oficial de Segurança do Aplicativo (OSA) e o Oficial
de Segurança da Informação (OSI). ¨
A notificação formal ao Departamento de
Tecnologia da Informação (DTI) das mudanças nas atribuições ou no status
de funcionários, contratados e consultores, feita pelos diretores da SG/OEA,
incluindo o Departamento de Serviços de Recursos Humanos (DSRH) e o
Escritório de Serviços de Gestão de Compras (ESGC). ¨
Embora a arquitetura e a administração dos
controles antivírus sejam aparentemente sólidas e cuidadosas e tenham
por conseguinte minimizado o risco potencial a
um nível aceitável, os procedimentos do administrador antivírus
devem ser formalmente documentados.
¨
O risco relacionado com a proteção antivírus
poderá diminuir ainda mais com a implementação de uma política de
segurança formal e de procedimentos destinados a manter o Microsoft
Office, o Internet Explorer e os sistemas de operação de desktop
integralmente atualizados contra exploradores em processo permanente de
mudança. A auditoria também identificou certos programas de software
que reduzem significativamente o custo da mão-de-obra necessária à
implementação dessas medidas suplementares. ¨
Tanto a arquitetura dos controles de segurança
do perímetro (isto é, firewall, ligação,VPN) parece firme
quanto os trâmites administrativos globais são aparentemente
meticulosos, à exceção da monitoração. Esta representa uma fraqueza
que permeia a segurança da informação em toda a OEA e se deve, em
grande medida, à quantidade e diversidade de sistemas e à mão-de-obra
envolvida na monitoração dos registros de segurança. A aquisição e
a implementação eficiente de um ou mais mecanismos para a
monitoração e informação computadorizada do registro de
segurança podem corrigir amplamente esse risco. ¨
A necessidade de um controle mais rigoroso sobre
a pessoa que tem autoridade para manter a firewall atualizada a
fim de refletir a melhor prática de aceitação geral. A
auditoria SG/OIG/AUDIT-02/02
foi realizada com a finalidade de avaliar a atualização do Oracle 11i,
oficialmente introduzida em 18 de janeiro de 2002.
Esta atualização coloca a
OEA numa categoria de elite pelo fato de dispor de um dos
mais avançados sistemas de informações disponíveis.
Acreditamos que, com um adequado nível de cooperação e de recursos
financeiros, a nova atualização do Oracle 11i
proporcionará à administração da SG/OEA um sistema que
atenderá às suas necessidades de longo prazo. A SG/OEA reconheceu que a versão mais antiga do
Oracle 10.7 não estava capacitada para proporcionar a necessária
informação sobre os projetos sem sofrer modificação. O Oracle 11i não
é um sistema que desempenha apenas funções financeiras essenciais,
mas, sim, um sistema
financeiro distribuído capaz de “suportar”
todas as unidades da Organização. Embora o novo Oracle 11i seja
aparentemente capaz de atender a muitas
das necessidades das Unidades Técnicas, sua atualização apresentou
dificuldades porque vários dos módulos que foram melhorados,
especificamente os de “Projetos” e “Doações”, sofreram
modificações importantes em relação à versão anterior. Uma das
dificuldades encontradas durante o processo de atualização teve a ver
com o financiamento do projeto que não foi suficiente para atender
à necessidade de assegurar que todas as exigências dos usuários
fossem identificadas, atendidas e transmitidas aos mesmos. Um dos maiores obstáculos à bem-sucedida implementação
desse sistema foram as comunicações insatisfatórias, havendo a
auditoria constatado que na maioria das vezes as Unidades Técnicas não
reconheceram suficientemente a capacidade do sistema desde o princípio.
A
instituição de uma Comissão de Coordenação com
plena representatividade
para identificar e tratar com a maior presteza possível os
problemas de implementação foi a recomendação-chave do relatório, e
os esforços dessa Comissão ajudaram a normalizar a situação de
trabalho da Organização. A OEA goza de excelente conceito como gestora
e executora de projetos técnicos. No futuro, além de atualizar a
metodologia dos projetos e de orientar-se para a maximização da
capacidade de qualquer sistema, a gestão de supervisão deverá
requerer a plena participação dos usuários, bem como um diálogo analítico
com os mesmos, com vistas à realização de
esforços tecnológicos semelhantes. Outras
questões decisivas que foram identificadas incluem a introdução de
dados de produção sensíveis no ambiente de teste, a falta de
apresentação de alguns relatórios pelos usuários, os procedimentos
inadequadamente documentados adotados pelos usuários na utilização do sistema, e a realização
incompleta de testes durante a implementação do projeto. Os resultados
da auditoria assinalaram vários problemas de implementação que teriam
sido evitados ou minimizados com uma metodologia de projeto mais
eficiente. Para corrigir os pontos fracos constatados, o relatório
recomenda que a metodologia de projeto seja atualizada, inclusive com a
ampla participação da comunidade dos usuários no processo de teste, a
simulação de produção previamente à aprovação do sistema, a
transferência adequada de conhecimentos, a justa representação dos
usuários em todas as comissões de decisão, a aceitação e o
desligamento dos usuários finais nas várias fases de desenvolvimento
do projeto. A auditoria
observou que a implementação das recomendações assentará os
fundamentos para bem-sucedidas implementações e atualizações do
sistema no futuro e proporcionará
tanto uma base de sistema sólida à Subsecretaria de Administração
para a gestão de suas atividades como o nível necessário de tranqüilidade
aos usuários da GS/OEA no que respeita à capacidade do sistema. A auditoria SG/OIG/Audit-03/02
foi realizada primordialmente para atender à solicitação formulada no
Relatório de Auditoria de 2000 da Junta de Auditores Externos no
sentido de que se reexaminassem as finalidades do Fundo Leo S. Rowe e se
assegurasse a utilização dos fundos em fideicomisso para os fins
especificados pelo doador. As atividades de auditoria também analisaram
as diretrizes e operações da OEA em conexão com o Fundo Leo S. Rowe
administrado por uma comissão presidida pelo Subsecretário de
Administração Adjunto. O
OIG entende que (1) a Comissão de Premiação do Fundo Leo S. Rowe está
estruturada em conformidade com as exigências da SG/OEA; (2) as indicações
e premiações de 2000 e 2001 seguiram a orientação constante do
Memorando Administrativo No. 76; e (3) a Comissão desempenhou
satisfatoriamente suas funções nos anos objeto de auditoria. Esta
identificou, entretanto, a necessidade de (1) diretrizes escritas para
os desembolsos de emergência; (2) precisão na indicação de todas as
contas de despesa para os desembolsos do Fundo, e (3) ação do
Tesoureiro da SG/OEA em relação a
mudanças nas diretrizes de investimento do Fundo Leo S. Rowe com
vistas a conformá-las às que foram dispostas pela Comissão. A
auditoria SG/OIG/AUDIT-04/02
foi realizada com a finalidade de avaliar os controles internos no
Escritório da SG/OEA no Uruguai. Constatamos a necessidade de
cumprimento da orientação da OEA sobre a contratação de pessoal
temporário, o cancelamento de comprovantes de desembolsos, a eliminação
da reconciliação bancária
de cheques com datas vencidas e a atualização do registro dos ativos
fixos da OEA alocados a esse Escritório. Os projetos mencionados a
seguir executados nesse Estado membro também foram analisados:
A auditoria não encontrou discrepâncias no desembolso de fundos de projeto e observou que os recursos financeiros não despendidos haviam sido repostos na conta do FEMCIDI. A auditoria recomendou o acompanhamento da ação relativamente à apresentação do relatório final para conclusão do Projeto de Treinamento Pedagógico-Didático Orientado para Educadores da Região.
O Escritório do Inspetor-Geral coordenou esforços com
a Junta de Auditores Externos
e a firma independente de auditores durante o processo de auditoria
externa de 2002. O OIG observou as reuniões da GS/OAS relacionadas especialmente com o OASES, o Plano de Renovação do GBS, a Comissão de Seleção e Aquisição, a CAAP, as Reuniões do Conselho Permanente e a Junta de Publicações. A Inspetora-Geral continua a reunir-se com administradores da Secretaria-Geral a fim de discutir a implementação de recomendações de auditoria, bem como outros assuntos relacionados com um ambiente de controle interno eficiente.
12 de agosto de 2001 Linda
P. Fealing Segundo Semester
A
Secretaria
Técnica
do Fundo
alcançou
progresso
significativo
na
solução
de
problemas
de
controle
interno
identificados
nesta
auditoria
e em
auditorias
anteriores,
incluindo
o pronto
acompanhamento
de
assuntos
pendentes.
Cabe
elogiar
a
Comissão
do Fundo
Leo S.
Rowe e a
Secretaria-Geral
da OEA
pelo
progresso
considerável
obtido
quanto à
arrecadação
do
pagamento
de
empréstimos
pendentes
e pela
excelente
cooperação
com o
OIG para
resolver
as
falhas
identificadas.
O OIG
examinou
também o
projeto
Consolidación
de la
Cooperación
Integral
de
México
con
Centro
América
y El
Caribe
financiado
por um
fundo
específico,
que foi
executado
no
México
no
período
da
auditoria.
Em 2001,
a Junta
de
Auditores
Externos
indicou
a
existência
de uma
“deficiência
material”
relacionada
com o
sistema
de
contabilidade
inadequado
utilizado
pela
AICD e
de uma
“condição
que
exige
notificação”
referente
ao
ambiente
dos
controles
internos
dos
projetos
da
Agência
na
América
Central.
A
auditoria
determinou
que a
AICD
havia
celebrado
diversos
contratos
em 2001
e 2002
que
demonstravam
seus
esforços
no
sentido
de
procurar
adotar e
utilizar
o
sistema
financeiro
automatizado
conforme
recomendação
da Junta
de
Auditores
Externos.
A AICD
informou
o
Inspetor-Geral
que,
dado que
a
Secretaria-Geral
da OEA
estava
adotando
uma nova
versão
do
sistema
OASES em
2002, a
mudança
para o
OASES
recomendada
pela
Junta
não
teria
eficiência
de custo.
Em 2002,
a AICD
assinou
um
acordo
com a
Subsecretaria
de
Administração
mediante
o qual a
Subsecretaria,
por
intermédio
do
Departamento
de
Serviços
Financeiros,
assumia
responsabilidade
pelo
processamento
e
manutenção
das
contas
da
Agência
no
Sistema
Financeiro
OASES,
incluindo
a
custódia
de
dinheiro
da AICD
e ativos
correlatos
e o
processamento
de
transações
financeiras
no
sistema
OASES. O
acordo
estipula
que a
AICD
continua
encarregada
da
gestão e
controle
dos
recursos
a ela
confiados,
bem como
de seus
dados
financeiros
e
informações
para
fins de
registro.
Na época
da
auditoria,
a
Subsecretaria
de
Administração
assumiu
responsabilidade
pelo
registro
de
transações
financeiras
e gestão
dos
recursos
da AICD,
com
exceção
dos
projetos
da
América
Central
financiados
por
fundos
específicos.
Está
sendo
discutido
um
projeto
de
acordo
entre as
duas
partes
para
incluir
os
projetos
da
América
Central
nas
funções
financeiras
desempenhadas
pelo
Departamento
de
Serviços
Financeiros
em nome
da AICD.
A
assinatura
do
acordo
resultará
no
registro
por esse
Departamento
de todas
as
transações
financeiras
da
Agência
no
sistema
OASES.
Inspetora-Geral
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