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OEA pide solidaridad con el país
Fuente: El Diario
• César Gaviria elogió la sucesión presidencial del pasado
año.
Monterrey, México (dpa).- El secretario general de la
Organización de los Estados Americanos (OEA), César Gaviria, urgió ayer a los
países americanos y a los organismos multilaterales a apoyar a Bolivia, cuya
democracia se encuentra bajo “intensas presiones”.
“Es muy importante que se dé una solidaridad con Bolivia de
los estados y los organismos multilaterales. Espero que estemos a la altura del
enorme desafío que enfrenta ese país, que el sistema interamericano responda”,
dijo en una conferencia de prensa celebrada en Monterrey, México, donde comenzó
la Cumbre Extraordinaria de las Américas.
El secretario general admitió que “el sistema democrático
está bajo intensas presiones” en Bolivia, el país más pobre de América del Sur,
y recordó que fue el nivel de insatisfacción de la población lo que llevó a la
caída del presidente Gonzalo Sánchez de Lozada.
Gaviria aprovechó para elogiar la manera en que se dio la
sucesión hacia el presidente Carlos Mesa, “dentro del marco democrático”, y
también las gestiones de Argentina y Brasil, cuyos gobiernos “fueron un factor
de moderación importante” en la crisis política que en octubre pasado se cobró
la vida de casi 60 personas.
“A esa crisis se le dio una solución afortunada”, dijo el
secretario general, pero fue categórico en afirmar que el problema sigue
latente y que es necesario que los estados del continente, los organismos
multilaterales y el sistema interamericano apoyen a Bolivia para que no se
vuelva a repetir una situación similar.
Los gobiernos de Estados Unidos y de Brasil citaron para el
próximo viernes en Washington a una reunión a la que invitaron a varios países
de la región para coordinar apoyo político y financiero para Bolivia.
Sobre el reclamo de La Paz de tener acceso al mar y la
reciente tensión política generada con Chile, Gaviria respondió que la
secretaría general de la OEA no puede actuar por sí sola frente a los
problemas, sino sólo a pedido de los países miembro o por mandato de la
Asamblea u otro órgano político del organismo.
“No tenemos hasta ahora solicitud de los países o mandato de
la Asamblea”, dijo al responder escuetamente a la consulta.
Américas unidas por reforma financeira global
Fuente: Jornal O Globo
MONTERREY (México). Apesar das divergências entre os países
que participam, no México, da Cúpula Extraordinária das Américas, já existe
consenso em questões consideradas fundamentais. Entre elas, a redução da
pobreza, o combate à fome, a distribuição de renda, a democracia, o crescimento
e a retomada das discussões sobre o sistema financeiro internacional para
prevenir, a curto prazo, crises econômicas que afetam sobretudo os países em
desenvolvimento.
Apesar disso, a Declaração de Nuevo León — estado mexicano
onde está localizada a cidade de Monterrey — só deve ser concluída hoje, no
último minuto, pelos 34 chefes de Estado do hemisfério (com exceção de Cuba)
que participam do encontro. Brasil, Estados Unidos e Venezuela divergem sobre
quatro, de um total de 59, parágrafos que tratam de corrupção, remessas de
dinheiro de imigrantes para seus familiares, livre comércio e ajuda
humanitária.
Apoio à redução do ‘fardo do serviço da dívida’
No documento que será divulgado hoje, os 34 líderes cobram
de organismos multilaterais de crédito maior apoio às necessidades dos países
da região que tentam erradicar a pobreza buscando fontes de financiamento ao
desenvolvimento. A convocação está no parágrafo 13 da declaração.
“Vamos continuar trabalhando pela reforma do sistema
financeiro internacional com os seguintes objetivos: contribuir para a
prevenção e a rápida resolução de crises financeiras que atingem,
particularmente, países em desenvolvimento da região; financiar o
desenvolvimento; combater a pobreza; e fortalecer a governança democrática”,
diz o texto da declaração ao qual O GLOBO teve acesso. “Apoiamos os esforços
dos países endividados de trabalhar com o setor privado no sentido de explorar
novas formas de reduzir o fardo do serviço da dívida.”
Com relação às negociações comerciais, os chefes de Estado,
que até ontem à noite discutiam o texto final, se comprometem a dar
continuidade à liberalização do intercâmbio de produtos agrícolas. No entanto,
os americanos, com o apoio dos canadenses e dos mexicanos, pressionavam o
Brasil a aceitar a inclusão de um parágrafo agendando o término das negociações
da Área de Livre Comércio das Américas (Alca) para janeiro de 2005.
O governo brasileiro já aceitava uma citação genérica, desde
que o termo incluído não distorcesse o acordo fechado na reunião ministerial de
Miami, no fim do ano passado. O receio do Brasil é que seja novamente aberta a
possibilidade da exigência de sacrifícios adicionais nas áreas de
investimentos, compras governamentais, serviços e propriedade intelectual.
— Foi rompido um acordo negociado em 2001, quando os EUA
sugeriram a Cúpula Extraordinária das Américas. Nós só concordamos se a Alca
não entrasse — disse uma fonte do governo brasileiro.
Já a Venezuela exige a criação de um fundo de ajuda
humanitária para os países pobres da região. Também quer o estabelecimento de
um prazo para reduzir o custo das remessas que os imigrantes enviam dos países
desenvolvidos para seus parentes.
Cláusula sobre corrupção é rejeitada pela maioria
Desta vez, quem vê a proposta com reservas é o Brasil, que
sugere maior cautela, com a definição de um cronograma compatível com a
realidade de cada país. A estimativa do Banco Mundial é que tais remessas somem
cerca de US$ 40 bilhões por ano.
Os EUA apresentaram uma cláusula de Exclusão por Corrupção,
que permitiria expulsar do sistema interamericano ou submeter a sanções
econômicas o país que não limite seus índices de corrupção. Mas quase todos os
países resistem a essa idéia, inclusive o secretário-geral da Organização dos
Estados Americanos (OEA), César Gaviria:
— O ideal é que comecemos pela transparência.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que participa desde
ontem da reunião de chefes de Estado, fará um discurso hoje em que pretende
destacar o aspecto social da região. Lula foi saudado por centenas de
manifestantes antiglobalização que, por outro lado, protestaram contra a
presença de Bush no país.
Bush Tries to Sell Americas Leaders on Free Trade at
Summit, but Several Are Unconvinced
Fuente: Agencia AP
President Bush told leaders from across the Americas that
free trade is the best road to prosperity in the hemisphere, but several Latin
American nations remained unconvinced.
Although they still have broad disagreements, leaders at the
34-nation Summit of the Americas worked hard Monday to show that relations were
improving, pledging to strengthen democracy and fight terrorism in the region.
The most visible example of that diplomatic outreach came
when Bush invited Mexican President Vicente Fox to visit his Texas ranch. Fox
accepted and praised Bush's new immigration proposal, which would allow some
foreign workers to live temporarily in the United States.
The presidents smiled, shook hands and walked together into
the new Monterrey public arena, where heads of state formally inaugurated the
two-day summit of the Organization of American States.
Fox's spokesman, Agustin Gutierrez, said the tone of the
bilateral meeting marked a "180-degree turn" from the past year, when Mexico
and the United States faced off over the Iraq war and American executions of
Mexican nationals.
The Sept. 11 terror attacks also distracted Bush from the
immigration overhaul sought by Fox.
Bush also reached out to the rest of Latin America, saying
his government was committed to "embracing the challenge of ... bringing all
the hemisphere's people into the expanding circle of development."
He added that all countries "must work to provide quality
education and quality health care for all our citizens, especially those who
suffer from HIV/AIDs."
In another goodwill gesture, Secretary of State Colin Powell
signed an agreement turning over to Peru $20 million allegedly stolen by a
former Peruvian intelligence chief and stashed in American bank accounts.
But several Latin American nations - and even Canada -
challenged Bush's argument that all free trade roads lead to prosperity, saying
the United States has an unfair competitive advantage.
"Over the long term, trade is the most certain path to
lasting prosperity," Bush said during the summit's opening ceremony. "Together
we will ... lift all our nations, and show the world that free societies and
free markets can deliver real benefits to our citizens."
Canadian Prime Minister Paul Martin, who intended to use the
summit partly to improve relations with Washington, criticized his southern
neighbor's economic policies, saying developing countries cannot immediately
compete in the cutthroat global economy.
He said even the United States and other rich nations once
"asked for time to adjust" to changing economies through agricultural subsidies
and other supports. Martin added that the time for those nations to eliminate
such programs "is long past due."
The United States also faced opposition to its insistence on
setting a 2005 deadline for the Free Trade Area of the Americas - a
hemisphere-wide trade zone - in the summit's final declaration. Venezuelan
President Hugo Chavez, who opposes the accord, has pushed instead for a
humanitarian fund that could be used to help countries during financial and
natural disasters.
Peruvian President Alejandro Toledo criticized U.S.
officials for refusing to lower agricultural subsidies while asking poor
nations "to play ball in the free trade court." Paraguay's president, Nicanor
Duarte, called for "Americas for all people, not for a few."
Chilean President Ricardo Lagos said: "This isn't the
poorest continent, but it is perhaps one of the most unfair."
Chavez, in a speech that ran long over the three-minute
limit, passionately argued for "a new moral architecture" in the hemisphere
that "favors the weakest."
He said he would like to join the economies of Latin America
before any formal trade ties are established with North America. What currently
exists, he said, is an "infernal machine that produces more poor people each
minute."
Chavez also pointed out that the United States escaped the
Depression not through initiatives like free trade, but through the New Deal, a
far-reaching, socialist program that provided government jobs.
As the Venezuelan president spoke, Brazilian President Luiz
Inacio Lula da Silva nodded and smiled enthusiastically, while Bush, across the
room, leaned tiredly on his hand.
Bush referred to another controversial U.S. initiative when
he urged countries to ban all corrupt officials from crossing their borders.
The United States has asked other leaders to agree to a proposal that would ban
corrupt nations from the OAS.
"Today, I signed a proclamation denying corrupt officials
entry into my country," Bush said Monday. "I urge other countries to take
similar actions."
The president also took aim at Chavez, who recently accused
the United States of "sticking its nose" into his country's affairs when
Washington urged that he allow a referendum on his recall from office to
proceed.
The "support of democratic institutions ... gives hope and
strength to those struggling to preserve their God-given rights, whether in
Venezuela, or Haiti, or Bolivia," Bush said.
Chavez told reporters Monday that the United States was
suffering from a "lack of information" and "great contradictions" in its
attitude toward his country.
"We are working to make clear to the world what we are," he
said. "Venezuela has a vigorous, participative democracy with a country
rebuilding itself from scratch."
AMERICAS: ‘We’re Still Left Out’ of Summits, Say Social
Groups
Fuente: Inter Press Service News Agency
MEXICO CITY, Jan 12 (IPS) - The leaders who have met at the
four ordinary and special summits of the Americas held since 1994 have
continually insisted that they appreciate and encourage input from civil
society in their debates.
However, at the Special Summit of the Americas which opened
Monday in the northeastern Mexican city of Monterrey, social movements
continued to complain that “they’re still leaving us out.”
Once more, the governments negotiated a final declaration
without taking into account the proposals set forth by civil society, and far
from public scrutiny, said the non-governmental organisations (NGOs) that held
gatherings parallel to the two-day summit.
Although the NGOs were invited by the Organisation of
American States (OAS) -- which is sponsoring the meeting of 34 heads of state
and government—to present their points of view, the negotiations of the final
declaration actually took place behind closed doors.
“We have no say in the debates, which are held in the dark,
and everything is done behind society’s back,” Ramón Daubón, a spokesman for
the Washington-based Esquel Foundation, told IPS. “They didn’t even give us a
draft of the final declaration.”
That complaint was voiced to government and OAS delegates in
the civil society meeting held Sunday in Monterrey, on the eve of the summit.
Although the governments have great interest in society’s
input, the problem is “we are not quite at the optimal level yet...but we are
learning,” Mexican Foreign Minister Ernesto Derbez told the NGOs in the name of
the governments of the Americas.
“We must come up with formulas to give us more time for
dialogue. We must continue deepening that dialogue (with civil society),” he
said.
The complaint about lack of participation was also
articulated—in a less diplomatic tone—by the small street demonstrations that
groups of students, farmers and members of other social movements held Sunday
and Monday around the site where the summit is taking place, which is
surrounded by tight security.
Most of the students, farmers and other protesters are
Mexicans, ranging from representatives of leftist parties to punks. They are
camped out in tents in parks in Monterrey.
Local authorities posted hundreds of police officers around
Monterrey, one of Mexico’s leading industrial areas, with instructions to avoid
abuses while keeping demonstrators away from the summit venue.
At the first Summit of the Americas, held in 1994 in Miami,
the presidents stated that public participation was crucial to the success of
any democracy, and committed themselves to working with civil society.
In the special Summit on Sustainable Development, held in
1996 in the Bolivian city of Santa Cruz, the leaders instructed the OAS to draw
up an “inter-American strategy for promotion of public participation in
decision-making”.
At the second ordinary Summit of the Americas, in Santiago
in 1998, they confirmed the importance of participation by civil society.
And at the third ordinary summit, which took place in 2001
in Quebec City, the leaders issued a call for all citizens of the Americas to
contribute to the summits.
“The OAS bureaucracy says it listens to society, and that
there are even mechanisms for processing proposals, but in practice, in
reality, we are still outside, just like before,” Silvia Aguilera, with the
Mexican Commission for the Promotion and Defence of Human Rights, commented to
IPS.
The twenty or so social groups that met with government
delegates Sunday in Monterrey asked for the creation of a consultative
commission in which they would take part.
They also requested the creation of formal channels for
direct dialogue between the presidents and social groups in the summits, and
called for the preparation of an annual report on relations between the
political leaders and civil society.
But sociologist Fernando Palacios told IPS that “The tension
between governments and representatives of civil society will always be there,
no matter how many promises and overtures are made, because they are different
spheres of action with different visions.
“The aim is for the two sectors to come closer together, and
for each to gain some advantage from that—something that has been happening
little by little since the 1990s, behind the scenes, even if they won’t say
it,” he said.
In the OAS, which groups 34 countries of the Americas—all
except Cuba—there are a number of initiatives in progress to boost civil
society’s participation.
Aguilera said “that’s true, but when it comes right down to
it, like in this summit, everything becomes watered-down and we are not heard.
It’s disappointing.
“But what is even more real and tangible is that these
summits are practically useless, as demonstrated by the results,” added the
activist.
She said the best evidence of that is the fact that just
under half (220 million) of the 530 million people of Latin America and the
Caribbean live in poverty despite the ambitious declarations signed at the
summits, where presidents have been loudly pledging to fight poverty since
1994.
The Economic Commission for Latin America and the Caribbean
(ECLAC) reported in Monterrey that the region remains the world champion in
terms of unequal distribution of wealth.
The regional United Nations agency added that most countries
in the area were unlikely to live up to the promise to cut the number of people
living in extreme poverty by 2015, one of the U.N. “millenium goals”.
According to spokespersons for civil society groups, the
special summit in Monterrey will not come up with any major resolutions, but
only vague generalities.
Even Venezuelan President Hugo Chávez said Monday that
“these summits have had very, very little impact.”
“We arrive, we greet each other, we make a few speeches, we
sign a declaration, photos are taken of us, we smile, and we leave,” he said.
“We presidents go from summit to summit, while our people go from difficulty to
difficulty.”
Arturo Castrillón at the private Mexican university Anáhuac
remarked to IPS that “Chávez is right about the summits, but he forgets that
the bilateral meetings tend to be the most important part of these gatherings.”
The summit ends Tuesday with a political declaration, and no
plan of action for carrying out the stated goals, said the organisers.
“There will be no major announcements” in Monterrey,
although there will be political meetings that are important for the region,
said Mexico’s foreign minister.
Héctor de la Cueva, with the Hemispheric Social Alliance,
said the summit was convened under pressure from the U.S. government, because
it is “interested in reviving its political agenda in the region,” which has
been somewhat weakened by the coming to power of left-leaning governments like
those of Argentina, Brazil and Venezuela.
Summit of Americas begins amid disagreements over free
trade, corruption penalties
Fuente: Agencia AP
Disagreements over free trade and penalties for corrupt
nations caused deepening rifts between countries Monday as leaders from across
the Americas opened a two-day summit.
U.S. President George W. Bush, who arrived in this
industrial, northern city with first lady Laura Bush, was pushing to penalize
corrupt nations and set a firm deadline for a free trade agreement of the
Americas.
Latin American nations are fighting those initiatives, with
Venezuela pushing for an international humanitarian fund that could be used to
help countries during financial and natural disasters.
Leaders from 34 American nations, excluding only Cuba, will
try to work out their differences after they inaugurate their Special Summit of
the Americas later Monday.
Bush will meet with Mexican President Vicente Fox and try to
smooth over a relationship that was strained by Fox's refusal to back the Iraq
war. The two were expected to talk about Bush's immigration accord, which would
allow some foreigners to work in the United States for at least three years.
"We have a good relationship with Mexico, and President Fox
is a good friend of the president's", Bush's press secretary, Scott McClellan
said. "Whatever differences we had in the past, we have a lot of common
challenges that we are working closely together on."
Bush also was scheduled to meet with new Canadian Prime
Minister Paul Martin on Tuesday, and Martin's spokeswoman, Melanie Gruer, said
it was "a chance to talk about mutual priorities."
"The prime minister recognizes we have a healthy economic
relationship with (the United States), but at the same time, he will be
protecting Canadian interests," she said.
Even before the summit started, several Latin American
leaders were complaining about U.S. policy.
Venezuelan President Hugo Chavez said he believed the summit
was a "waste of time" and he criticized U.S. officials for having "a lack of
information, great contradictions."
"We are working to make clear to the world what we are," he
told reporters after meeting with Jamaica's president. "Venezuela has a
vigorous, participative democracy with a country rebuilding itself from
scratch."
Chavez toned down his comments from Sunday, when he said
during his weekly television show that he was worried the United States would
promote his unconstitutional ouster if a recall referendum on his rule didn't
succeed.
"I imagine them in Washington, saying I'm an enemy of
democracy, that Chavez sabotaged the referendum, and therefore it's worth
ousting him," Chavez said.
He added that he has many reservations about the summit's
draft document, which leaves several contentious issues for leaders to resolve.
The United States wants to kick corrupt nations out of the
Organization of American States, arguing they should receive the same
punishment as undemocratic nations.
The United States also wants the summit declaration to call
for a firm 2005 deadline for finishing negotiations on a Free Trade Area of the
Americas, a hemisphere-wide trade zone that is one of Bush's top policy goals
for Latin America.
Brazil and Venezuela say the summit is not the place to
discuss it, and Venezuela instead is pushing for its humanitarian fund.
On Sunday, Fox indicated he didn't believe the trade pact,
known as the FTAA, should be included in the summit's agenda.
"The summit was not called upon to discuss the FTAA," he
said, adding that separate negotiations were being held on the proposed accord.
Another sticking point deals with remittances, or money sent
home by migrants living in the United States. While all OAS members agree that
the fees for sending money home should be cut in half, they haven't been able
to settle on a deadline to meet that goal.
Mexico's ambassador to the OAS, Miguel Ruiz Cabanas, told
reporters Sunday there was still "a strong willingness to reach an accord
before all of the presidents arrive."
A Summit for Starting Over
Fuente: Washington Post
THE SUMMIT of the Americas in Monterrey, Mexico, is a
showcase of how much has soured between Latin America and the United States
since the last such meeting nearly three years ago. Then, a newly inaugurated
President Bush was promising to make the Western Hemisphere a priority, and his
friend Vicente Fox of Mexico, also new in office, seemed to symbolize a steady
move toward effective democratic government and economic progress in the
region. Now, Mr. Bush is the hemisphere's most unpopular leader, and his
initiatives -- from free trade to anti-corruption measures -- are being stoutly
resisted by unfriendly presidents in Brazil, Argentina and elsewhere. Mr. Fox's
agenda has largely stalled in Mexico, and he now looks more isolated beside a
phalanx of populist and leftist leaders who have come to power. At the last
summit Mr. Bush's promised focus on the hemisphere seemed almost unnecessary.
Now he needs to find a way to deliver on his promised engagement before the
negative trends of the past several years seriously damage U.S. interests.
A first step must be for Mr. Bush to follow through on his
proposed reforms of immigration in a way that takes into account Mexico's
legitimate interests. Mr. Fox yesterday welcomed the administration's proposals
to give legal status to illegal immigrants working in the United States. But in
his meeting with Mr. Bush the Mexican president appeared to push for more --
including more clarity about how the new system will function. Some Mexicans
have voiced suspicions that the reform proposal has been advanced mainly to
improve Mr. Bush's reelection prospects and will not be seriously pursued in
Congress. But Mr. Fox has waited three years for Mr. Bush to come forward with
immigration reforms, and his own chances for political revival may depend on
them. If Mr. Bush fails to move them forward, he will forfeit his already
attenuated alliance with Mr. Fox and suffer fresh damage to his credibility in
the region.
Another test will come soon in Venezuela, where populist
President Hugo Chavez hopes to avoid a recall referendum despite the
opposition's recent collection of millions of voter signatures. The
administration rightly has been pressing for a democratic solution to the
country's growing turmoil, but it has to avoid allowing Mr. Chavez to pretend
that his fight is with Washington, rather than his own people. Argentine
President Nestor Kirchner would similarly like to duck responsibility for his
country's financial mess by striking underdog poses. He promised his own media
that he would "win by a knockout" at a scheduled meeting with Mr. Bush today.
But the president has no reason to get in the ring; he would be foolish to
follow the State Department's top regional official, Roger Noriega, in making
an issue out of Mr. Kirchner's flirtations with Cuba.
The administration's recent conclusion of a free-trade
agreement with Central American countries, its promise to negotiate another
with Andean states, and its proposed immigration reforms are important steps.
But reversing the deterioration of the past several years will require greater
concessions to legitimate Latin American interests -- above all, curtailing
wasteful U.S. agricultural subsidies and quotas -- and a diplomacy that insists
on democracy but avoids playing into the hands of the populists.
Iglesias insta a aprovechar "bonanza" para lograr mejora
social
Fuente: Agencia EFE
Monterrey (México), 12 ene (EFE).- El presidente del Banco
Interamericano de Desarrollo (BID), Enrique Iglesias, invitó a los países
asistentes a la Cumbre de las Américas a aprovechar la actual coyuntura de
"bonanza" para crecer y mejorar la situación social.
Iglesias señaló en la apertura de este encuentro
extraordinario, al que asisten jefes de Estado y de Gobierno de 34 países
americanos y que se prolongará hasta mañana, martes, que además es necesario
aprovechar este momento "especial" para mejorar en términos de
"competitividad".
"América Latina está en un periodo de bonanza, hace tiempo
que no nos visitaba, eso tiene que ver con la coyuntura internacional y el
quehacer interno de nuestros países", afirmó el funcionario uruguayo.
Pero puntualizó que es necesario actuar con "cautela, porque
la bonanza se termina", al indicar que eso ya se ha visto "en el pasado".
"Hay que prepararse para que de alguna forma tengamos la
oportunidad de navegar con nuestros propios vientos tomando las medidas para
cuidar ese progreso", afirmó.
Según explicó, eso significa "el buen funcionamiento fiscal
y la vigilancia de los movimientos de capitales que en los años noventa nos
causaron tanto problema".
"Esta reunión tiene lugar en un momento muy particular, que
es la de aprovechar esa bonanza para hacer más cosas; por supuesto, crecer más
en América Latina, y aprovechar esto para sentar sólidas políticas sociales",
señaló.
Iglesias consideró que la pobreza en los países
latinoamericanos sigue siendo inaceptable y que por ello "el crecimiento
acelerado puede dar también oportunidad de acelerar las políticas sociales".
"Yo además haría un llamado a la competitividad. La
necesidad de competir es vital para navegar en estos mares de la economía
internacional", sostuvo.
Resaltó que para ello es necesario poner el "acento" en los
recursos humanos, en la educación y la tecnología.
Es "importante" que en esta "coyuntura" se vigorice la
"cooperación regional", dijo Iglesias, quien aseguró que el
BID y otras entidades financieras en la esfera regional e internacional están
dispuestos "a colaborar".
Iglesias se congratuló de que la economía de Estados Unidos
y
otros países estén insuflando "dinámica en los mercados",
que los "intereses continúen bajos" y que los "capitales empiecen a regresar" a
la región.
Valoró positivamente que algunos países que han pasado
crisis
económicas profundas estén "surgiendo vigorosamente de su
coyuntura", como es el caso de Argentina, que "ha tenido un
crecimiento fuerte y tiene una confianza renovada".
"También es cierto que los países han venido haciendo los
ajustes que había que hacer", aunque queden otros, según puntualizó y comentó
al respecto que eso "habla muy bien de la madurez" de los gobiernos de la
región.
Iglesias consideró que es importante que en un "mundo
convulsionado, esta sea la región donde más prevalece la
paz".
"Esta combinación de factores externos e internos hace que
este año volvamos a crecer, que este año también tengamos la inflación bajo
control", afirmó.
Enrique Iglesias señaló en los días previos a la celebración
de la cumbre que el BID cuenta con recursos para triplicar el monto de los
prestamos para las pequeñas y medianas empresas a través de su oficina o
mediante el sistema bancario en la región, como le piden los países de las
Américas en la declaración de esta Cumbre.
Kirchner rechaza el pedido del FMI para reducir la quita del
75%
Fuente: Clarin
Köhler le pidió un trato más amigable con los acreedores de
la deuda en default. Pero el Presidente insistió en el recorte actual. La quita
es decisiva para consolidar la recuperación de la economía.
Iba a ser una reunión de 30 minutos y se extendió una hora y
media. Lo cierto es que en el encuentro entre Néstor
Kirchner y el jefe del FMI, Horst Köhler, el FMI por primera
vez sugirió reformular el programa con la Argentina y que el país tenga una
relación más "amigable" con los acreedores de la deuda en default.
Pero al salir de la reunión, Kirchner dijo: "Mantuvimos
nuestra posición. No modificaremos nuestra oferta de quita del 75%", señaló a
Clarín.
Köhler también se mostró satisfecho con la reunión, a la que
calificó de muy buena: "Fue muy constructiva", dijo a este diario.
En la reunión Köhler le pidió a Kirchner que fuera más
friendly (amistoso) con los tenedores de bonos y que multiplique los canales de
comunicación con ellos. De hecho, mientras Köhler y Kirchner estaban en el
segundo piso del hotel Quinta Real de Monterrey, representantes de más de medio
millón de tenedores de bonos argentinos en default resolvieron constituir un
Comité Global y manifestaron su rechazo a inscribirse en el registro oficial
abierto por el Gobierno argentino para ordenar la negociación (ver más
información en Los dueños de los bonos en default...).
La presión de los tenedores de bonos sobre Washington
también se palpará en la reunión que mantendrá hoy con Kirchner el presidente
George Bush. Por lo que trascendió, Bush reiterará el pedido de Köhler
diciéndole que trate mejor a los acreedores ( ver más información en na nota:
La deuda la agenda de Bush).
Pero Kirchner insistió en no moverse de la quita prometida
del 75%. Según sus argumentos, porque una quita menor podría comprometer la
recuperación económica del país.
En el lobby del hermosísimo Hotel Quinta Real donde tuvo
lugar el encuentro entre Kirchner y el jefe del FMI, un alto funcionario
internacional confirmó lo que adelanto a Clarín en su edición de ayer. Lo que
está en juego es la segunda revisión del programa en curso, que tendrá lugar en
febrero y el desembolso de 3.000 millones de dólares que debe tener lugar el 10
de marzo. "Si no hacen algo para calmar a los acreedores la situación puede
complicarse", dijo la fuente.
Pero Kirchner cayó a la reunión con Köhler con las últimas
estadísticas que indican el repunte de la economía. Y llevó sondeos que lo
muestran con casi el 80 por ciento de popularidad y con un apoyo de la mayoría
de la población hacia su actitud firme hacia EE.UU. y el FMI.
Según contó después Kirchner, durante la reunión hubo un
claro reconocimiento de Köhler a la recuperación de la economía argentina. "Hay
que admitir que no esperaban una reacción de Argentina como la que tuvimos,
tanto a nivel de crecimiento del PBI como el aumento de la recaudación, el
crecimiento de las importaciones y el de las exportaciones", relató el
Presidente.
De acuerdo a su versión, Köhler tenía absolutamente en claro
que el crecimiento de la economía argentina no es un rebote sino un proceso de
crecimiento en serio.
En la reunión, Horst Köhler le recordó que el ex presidente
Fernando de la Rúa lo llamó por teléfono poco antes de la crisis que desembocó
en su caída. El titular del FMI contó que De la Rúa le prometió un plan de
déficit cero para poder pagar 1.000 millones de uno de los tantos préstamos
otorgados por el Fondo. Y que él le contestó que eso era prácticamente
"imposible".
"Después que lo sacaron del gobierno, De la Rúa lo volvió a
llamar para pedirle disculpas por no poder cumplir lo que había prometido",
comentó Kirchner a los periodistas, que en ese momento, según contó, le dijo a
Köhler: "Si a De la Rúa le dieron esta suma a nosotros debieran darnos mucho
más".
Luego de la reunión, Roberto Lavagna se sentó a tomar un
café con Anoop Singh, el jefe del Hemisferio Occidental del FMI. Con Singh
discutieron cuándo irá la próxima misión a la Argentina. Ayer nadie supo decir
exactamente qué tiene que hacer la Argentina para que no se vuelva a postergar
la segunda revisión del acuerdo.
-¿Qué se entiende por ser amigables con los acreedores?, se
le preguntó a Lavagna.
-Ser amigables no es un problema de tener conversaciones. Ya
tuvimos cinco rondas de conversaciones. Se trata de aceptar la realidad de un
país que, por el volumen de su deuda, tiene que hacer una quita. Además les
garantizo que todos los mails y los teléfonos están abiertos.
Kirchner le pidió a Köhler que "se comprometa a que la
próxima revisión de metas se cumpla en tiempo y forma". Lo hizo por las demoras
en la aprobación de la primera auditoría. Pero no trascendió cuál fue la
respuesta del jefe del FMI sobre este punto.
Presidente pedirá apoyo para soluciones estructurales en
reunión de Washington
Fuente: El Diario
Monterrey, 12 ene (ABI).- En la reunión de las naciones
amigas de Bolivia, que se realizará el 16 de octubre en Washington, Estados
Unidos, se buscará apoyo para soluciones estructurales de largo plazo que
permitan revertir la crisis por la que atraviesa el país, dijo ayer el
presidente de la República, Carlos Mesa.
“La perspectiva de Bolivia pasa por los acontecimientos
complejos que vivimos en octubre y por los desafíos económicos, sociales y
políticos que esos hechos demandaron”, explicó, después de reunirse con su
colega mexicano Vicente Fox.
Los gobiernos de México y Estados Unidos organizaron la
reunión de países amigos que tratarán de lograr que el país enfrente en buenas
condiciones los momentos difíciles por los que atraviesa por causa de la crisis
social y económica. El equipo económico boliviano buscará concretar un apoyo de
105 millones de dólares en el evento internacional.
El Gobierno de Bolivia, como contraparte, aplicará una
política rigurosa de austeridad en diferentes áreas de la administración
central. Un grupo de Ministros de Estado, liderado por el titular de Desarrollo
Económico, Xavier Nogales, viajará mañana a Washington, Estados Unidos.
La misión nacional presentará el programa económico fiscal y
la agenda de políticas que garantizarán la recolección de ingresos por medio
del Servicio de Impuestos Nacionales y la Aduana.
A principios de diciembre de 2003, las autoridades del área
económica consiguieron 94 millones de dólares del Banco Mundial (BM) y el Banco
Interamericano de Desarrollo (BID) para cubrir la brecha fiscal de cerca del
ocho por ciento del Producto Interno Bruto (PIB).
En la presente gestión, el Gobierno y el Fondo Monetario
Internacional (FMI) acordaron que se llegará a un déficit de 6.8 por ciento del
PIB. El índice daría una holgura al Tesoro General de la Nación, mientras se
recupera del trauma político dejado por los acontecimientos de octubre del
pasado año.
Los créditos obtenidos tendrán que ser empleados para
proyectos y no para las necesidades del presupuesto fiscal.
Los responsables de la economía boliviana prometieron al
FMI, el BID y la comunidad internacional que se aplicará los puntos de una
agenda política en los siguientes seis meses.
El contenido del documento incluye la aprobación de una
nueva Ley de Hidrocarburos, además de la realización del Referéndum vinculante
y la Asamblea Constituyente, entre otros aspectos.
Esboço de declaração da cúpula deixa claras divergências
Fuente: Folha de Sao Paulo
Os 34 países que enviaram representantes à Cúpula
Extraordinária das Américas em Monterrey ainda não conseguiram chegar a um
acordo sobre alguns artigos que devem ser incluídos na declaração final da
reunião.
Um esboço da chamada Declaração de Nuevo León, que foi
obtido pela BBC Brasil, indica que um dos artigos que ainda causa polêmica é o
12º, que trata da possível formação da Alca (Área de Livre Comércio das
Américas).
O Brasil rejeitou todas as referências propostas pelos
Estados Unidos e pelo Canadá à formação da Alca até 2005. A Venezuela, por sua
vez, rejeitou integralmente o artigo.
Os países também não chegaram a um consenso em artigos que
tratam das transferências de dinheiro de um país a outro; da criação de um
Fundo Humanitário Internacional e da punição a países corruptos.
Armas
No artigo 41, a proposta de punir países cujos líderes sejam
considerados culpados de práticas corruptas, defendida pelos Estados Unidos,
não é aceita por vários outros países.
Por sua vez, a proposta venezuelana contida o artigo 51, a
do Fundo Humanitário, prevê a criação de um imposto sobre armamentos --algo que
não é aceito pelos Estados Unidos e pelo Canadá.
Dos pontos de consenso, um se refere às dívidas dos países
americanos e dos esforços para reduzí-la.
"Nós apoiamos os esforços dos países devedores para
trabalhar com o setor privado para explorar novas maneiras de reduzir o fardo
do serviço de dívida durante periodos de desaceleração econômica", diz o esboço
da declaração.
Na área agrícola, abordada no artigo 11, os países
representados na cúpula reconhecem "que a liberalização do comércio de produtos
agrícolas constitui, entre outros, um elemento essencial para o desenvolvimento
da agricultura no hemisfério. Para tanto, nós reafirmamos nosso compromisso em
negociações comerciais para promover, de forma efetiva, acesso aos mercados".
Abertura
A Cúpula Extraordinária das Américas foi aberta oficialmente
nesta segunda-feira com discursos dos presidentes do Chile, Ricardo Lagos, dos
Estados Unidos, George W. Bush, do México, Vicente Fox, e do primeiro-ministro
do Canadá, Paul Martin.
O primeiro discurso foi de Lagos, que fez questão de lembrar
aos presentes os ideiais de unidade da América Latina, defendidos por Simon
Bolívar.
"Temos que trabalhar juntos e conseguir a união hemisférica,
para o desenvolvimento de todos os países", disse ele.
George W. Bush centrou seu discurso em questões comerciais e
citou a formação da Alca como uma meta importante a ser alcançada.
"Os Estados Unidos continuam profundamente comprometidos com
a liberalização comercial no hemisfério e apoiamos a formação da Alca."
Outro a discursar na abertura oficial do encontro foi o
diretor-gerente do FMI, Horst Köhler, que fez uma análise da situação econômica
dos países latinoamericasos.
"O alto nível de endividamento público dos países em
desenvolvimento ainda pode ser um sério risco a estabilidade e ao
desenvolvimento", disse.
Canadian view the right one,' Martin says
Fuente: Toronto Star
MONTERREY, MEXICO—Prime Minister Paul Martin says he will
put Canada's views and interests first — even if they're at odds with the
United States — when he sits down this morning for his first official meeting
with U.S. President George W. Bush.
"First of all, I'm going to put forth the Canadian view.
Period. And I'm quite confident that the Canadian view is the right one,"
Martin told reporters yesterday, in the midst of a round of meetings with
international leaders at the Summit of the Americas.
"Canadians expect their prime minister to defend their
interests. We are an independent, sovereign nation and we will make our own
decisions. We have a very important role to play in the world."
Martin says he is not worried about antagonizing Bush,
arguing that he has modest expectations for today's meeting, and that the tone
of Canada-U.S. relations has already been improving since he spoke to the
American president on the telephone last month.
"We've already begun to change the tone. The telephone
conversation I had with the president before Christmas, the work that has been
done by our officials since then, I think is an indication that in fact the
tone has changed."
Martin has a list of four key items on his agenda for
discussion with Bush: mad cow disease, Canada's access to reconstruction
contracts in Iraq, the softwood-lumber dispute and respect for the Canadian
passport.
Martin, who marked one month in office yesterday, said he
will judge today's meeting by everyday, ordinary measures of how well he gets
along with the U.S. president.
"It's no different than exists in everyday life," he said.
"If you know the person you're dealing with and you have confidence in the
person you're dealing with, then you're going to be able to make much greater
strides than if you don't. There's no doubt that (today's) meeting is going to
be what I would hope is a very important building block in the building-up of
that confidence that we can arrive at mutual priorities."
The biggest philosophical difference between Canada and the
United States — and the two leaders — is the approach to developing nations, an
issue with which Martin has been seized since long before becoming prime
minister, especially as the founding leader of the G-20 group of nations.
Canada has long disagreed with the so-called "Washington
consensus" on helping developing nations — the view that the economy comes
first and social priorities follow, Martin said.
The better view, he said, is the so-called "Montreal
consensus," formed several years ago during the creation of the G-20, which
argued developing nations will only thrive if attention is paid to the economy,
health and education at the same time.
"This summit was Canada's idea," Martin said.
"We have come to this summit because we recognize that there
is a feeling in many parts of Latin America that the formulas set out by the
developing economies are not working for them and we believe that they do work
if they're done in parallel with enlightened social policies."
As a testament to Canada's reputation on this score, Martin
pointed to two developments that came from meetings with Latin American and
Caribbean leaders at yesterday's summit.
In the face of growing pessimism about creating an over-all
Free Trade Area of the Americas, Canada has decided to pursue its own bilateral
trade agreements with Caribbean nations. These deals may be easier to obtain
because Canada is willing to twin the objectives of economic and social growth.
Canada has also agreed to serve as an observer at a Jan. 20
meeting to help guide Haiti to "greater governance standards," Martin said.
The 34-nation Monterrey summit has been notable for the lack
of anti-globalization protesters, who were a large and sometimes overwhelming
presence at many international meetings in recent years, including the last
Summit of the Americas held in Quebec city.
Some Canadians who were part of those dissenting groups have
come to Monterrey to monitor how Martin is handling his first big international
appearance and they said yesterday they have some worries about how closely he
and his new government seem to be sidling up to Americans' views — notably the
fixation on security, defence and trade as the panacea for the developing
world.
"Paul Martin is faced with a choice here," said Steve
Staples of the Polaris Institute.
Most of the American focus at the summit is on Mexico. Bush
held a meeting with Mexican President Vicente Fox yesterday and won strong
support for his new proposals to provide legal status to millions of
undocumented workers in the U.S.
El patio trasero de Bush
Fuente: El Tiempo
JOSÉ MIGUEL VIVANCO *
DESENCANTO DE LA REGIÓN CON E.U.
El presidente estadounidense debe reflexionar sobre las
razones por las cuales el prestigio de su país ha disminuido en forma tan
drástica en América Latina durante su mandato.
(Washington, D. C.) Al sumarse a la Cumbre de las Américas
en México, el presidente Bush debe reflexionar sobre las razones por las cuales
el prestigio de los Estados Unidos ha disminuido en forma tan drástica durante
su presidencia.
Una encuesta reciente realizada por Zogby International
reveló que el 87 por ciento de los que orientan la opinión pública en América
Latina desaprueban la política de Bush en la región. Otro sondeo de
Latinobarómetro concluyó que cerca de un tercio de los latinoamericanos tienen
una imagen negativa de Estados Unidos -el doble de la cifra en el 2000-.
Este desencanto creciente ha sido fomentado, principalmente,
por la oposición al uso de la fuerza contra Irak. Casi todos los países de la
región se abstuvieron de apoyar la coalición liderada por los Estados Unidos.
En marzo pasado, México y Chile, países con voto en el Consejo de Seguridad de
las Naciones Unidas, se opusieron a la resolución que habría autorizado la
invasión. Ambos países fueron excluidos de contratos del Pentágono en Irak.
Otra fuente de descontento entre las autoridades
latinoamericanas es la oposición de Estados Unidos a la Corte Penal
Internacional, que cuenta con un apoyo casi generalizado en América Latina. El
gobierno de Bush ha estado presionando enérgicamente a estos gobiernos para que
firmen acuerdos que les impidan entregar a sospechosos estadounidenses a la
Corte. Por otra parte, ha cortado la ayuda militar y ha amenazado con retirar
la asistencia humanitaria a los países que se nieguen a firmarlos.
Muchos gobiernos latinoamericanos creen, acertadamente, que
estos acuerdos vulneran sus obligaciones estatutarias internacionales, así como
su legislación nacional. Se ven, por tanto, forzados a elegir entre su
compromiso con el Estado de Derecho o su relación con los Estados Unidos, y
denuncian que el gobierno de Bush los ha sometido a una "presión abrumadora"
para que elijan la segunda opción.
Esto es irónico si se tiene en cuenta que Estados Unidos
identifica como una de sus principales prioridades la promoción de la
democracia y del Estado de Derecho. De hecho, en la última Cumbre de las
Américas, en el 2001, el gobierno de Bush desempeñó un papel importante en la
elaboración de una Carta Democrática Interamericana, que compromete a los
gobiernos para defender activamente la democracia en la región. Sin embargo,
cuando este compromiso se puso a prueba al año siguiente con un intento de
golpe de estado en Venezuela, Estados Unidos se mostró reacio a aplicar la
Carta. Antes que condenar el golpe, el gobierno de Bush se manifestó
inicialmente en contra del depuesto presidente, Hugo Chávez, y no se sumó al
coro de condenas sino hasta cuando el gobierno de facto empezaba a
desmoronarse.
Quizás el ejemplo más notorio de la estrategia incoherente
del gobierno estadounidense respecto a sus obligaciones internacionales es el
caso de Cuba. Durante décadas, ha condenado las prácticas en materia de
derechos humanos del gobierno cubano, que se encuentran, de hecho, entre las
peores de la región. Sin embargo, al mismo tiempo y en la misma isla, el
gobierno de Estados Unidos tiene ahora detenidos a cientos de prisioneros de la
"guerra contra el terror", a los que les ha negado las garantías procesales
fundamentales del derecho internacional.
El doble rasero aplicado en Cuba ayuda a explicar por qué
los latinoamericanos defienden mecanismos multilaterales como la Corte Penal
Internacional o la Carta Democrática. Los consideran vitales para fortalecer
las normas sobre derechos humanos en sus propios países. Pero los ven, al mismo
tiempo, como una alternativa a la aplicación selectiva y oportunista de estas
normas por gobiernos que tienen el poder para imponer su voluntad sobre los
demás.
Cuando el embajador de México ante la ONU, Adolfo Aguilar
Sinzer, expresó recientemente que Estados Unidos trata a su país como el "patio
trasero", el gobierno de Bush criticó tan enérgicamente la declaración que el
presidente Fox se sintió obligado a destituir al embajador. Sin embargo, en
América Latina se cree que este comentario es igualmente aplicable a toda la
región.
La reciente propuesta del presidente Bush de reformar
parcialmente la política migratoria de Estados Unidos podría beneficiar a
muchos latinoamericanos que buscan trabajo en este país, pero ayudará
escasamente a superar la profunda desconfianza que el agresivo unilateralismo
de Bush ha generado en la región.
* José Miguel Vivanco es director de Human Rights Watch. El
artículo fue escrito en colaboración con Daniel Wilkinson.
Bush anuncia plan de ayuda a RD y países del CARICOM
Fuente: Listin Diario
El presidente George Walter Bush anunció ayer aquí a los
mandatarios de República Dominicana y a los de la Comunidad Común del Caribe un
programa especial que denominó la ‘‘tercera frontera’’, el cual será iniciado
con fondos para prevención del sida, el terrorismo internacional, el
narcotráfico y la delincuencia.
De inmediato, Estados Unidos desembolsará US$25 millones
para programas de prevención y combate de la enfermedad, y posteriormente
dispondrá la creación de fondos especiales para auxiliar a las naciones
caribeñas afectadas por desastres naturales y programas nacionales de lucha
contra el terrorismo y la corrupción, entre otros. informó el subsecretario de
Relaciones Exteriores, José María Hernández, quien encabezó las reuniones
ministerial y técnica, preparatorias de la agenda de trabajo que los 34 jefes
de Estado y de gobierno del hemisferio que se comenzaron a conocer ayer en esta
ciudad industrial del norte de México.
También impulsará programas para fortalecer la
gobernabilidad democrática en las naciones caribeñas y fomentar el
fortalecimiento institucional.
Durante una reunión que sostuvo en uno de los salones del
hotel ‘‘Presidente Intercontinental’’, donde se aloja la delegación que le
compaña, Bush delineó los alcances de este programa y el objetivo que tiene su
gobierno en que las naciones caribeñas, especialmente República Dominicana y
Jamaica, enfatizan su cooperación con Estados Unidos para prevenir con acciones
contundentes y drásticas el narcotráfico y el terrorismo. En el plan de la
‘‘Tercera Frontera’’ se incluirá a Honduras y a Belice, ambos signatarios, al
igual que República Dominicana, del Sistema de Integración Centroamericano.
El presidente Mejía, quien estuvo acompañado del secretario
de Relaciones Exteriores, Frank Guerrero Prats, al valorar los alcances de este
nuevo programa, opinó que el mismo podría tener beneficios importantes para los
países caribeños, en razón de los problemas que han confrontado sus economías
por diversos efectos externos. Dijo que se trata de una iniciativa muy
importante, la que su país apoyó desde el mismo momento en que el presidente
Bush la planteó el año pasado.
Bush, acompañado del secretario de Estado Colin Powell; la
consejera Nacional de Seguridad, Condoleezza Rice; el subsecretario del Tesoro,
John Tylor, y el secretario de Estado adjunto, Roger Noriega, enfatizó el
interés de su país en impulsar este nuevo plan global de cooperación con ese
grupo de naciones, su ‘‘tercera frontera’’, después de México y Canadá.
Previamente, el secretario Powell se reunió a solas con los
mandatarios caribeños y sus cancilleres, y luego se incorporó Bush, quien
reafirmó el ‘‘firme compromiso’’ de su administración de intensificar su ayuda
técnica, financiera y militar para contribuir a los esfuerzos para combatir,
basicamente, el terrorismo internacional y el narcotráfico.
El presidente Mejía, consultado brevemente sobre esa
reunión, dijo que al margen de los temas relativos a la ‘‘tercera frontera’’,
también analizaron temas muy importantes para sus países.
‘‘Hay ahora, luego de México y Canadá, la tercera frontera,
que nos ha llamado Estados Unidos a República Dominicana y los países del
CARICOM, y estamos en la discusión de ese nuevo tema y la ampliación de la
ayuda y la colaboración’’, dijo el mandatario.
Fox: gran vendedor, no líder
Fuente: El Universal
Cuando Vicente Fox empezó a saludar a los más de 30 jefes de
Estado que llegaron ayer a Monterrey, debió haber sido un cambio bienvenido en
comparación con sus dificultades domésticas.
Al recibir al presidente de Estados Unidos, George Bush, y
otros líderes en la cumbre hemisférica, el presidente mexicano pudo mostrar que
no ha perdido nada del carisma que persuadió a la gente a elegirlo en los
históricos comicios de 2000. Pero aunque ha disfrutado el reto de poner fin al
tradicional aislamiento de México, y ha convertido al país en sede de una serie
de reuniones internacionales desde que asumió el poder, Fox se ha mostrado
mucho menos confiado al conducir las cosas a nivel nacional.
Al ser elegido hace tres años, Fox puso fin al control del
poder que el Partido Revolucionario Institucional había tenido durante más de
siete décadas. Los votantes instalaron como presidente a un ex ejecutivo de
Coca-Cola que prometió un "gobierno del cambio".
Pero cuando, en los últimos meses, Fox insistió varias veces
en que México era ahora "un país diferente" o "el país de las maravillas", su
optimismo no podía haber estado más fuera de sintonía con el sentimiento
popular. Más bien, las últimas oportunidades para que Fox produzca los cambios
que más necesita México al parecer se están extinguiendo.
El mes pasado, el Congreso, donde el PRI sigue siendo el
partido dominante, votó por segunda vez en tres años en contra de las
ambiciosas propuestas para una reforma fiscal de Fox. Y tampoco se ha logrado
ningún progreso en las otras dos "reformas estructurales" de Fox: hacer más
flexibles las leyes laborales y permitir la inversión privada en el sector
eléctrico.
Aunque aún hay esperanzas de llegar a un acuerdo con
Washington en torno de la migración mexicana a Estados Unidos, cualquier
posibilidad de llegar a un consenso político doméstico en relación con la
agenda reformista de Fox parece estar desapareciendo. La opinión pública se
está inclinando hacia la izquierda Andrés Manuel López Obrador, el jefe de
Gobierno de tendencia izquierdista de la ciudad de México, es ya el favorito
para suceder a Fox en 2006, y México enfrenta asimismo una campaña amarga y
divisiva para la elección de gobernadores. A la mitad de su sexenio, Fox parece
ser un presidente sin capacidad de acción.
Enrique Krauze, el historiador moderno más respetado de
México, señala sobre los primeros años en el poder de Fox: "Era un gran
vendedor, pero habíamos pensado que dominaba la estructura elemental del
liderazgo. Y entonces llegamos al punto clave: líder es una de las cosas que
Vicente Fox no es".
Que las grandes esperanzas de los mexicanos hayan quedado
frustradas tan rápidamente se debe en parte a los errores estratégicos del
gobierno de Fox y en parte a factores que están en cierta medida fuera de su
control. Fox ha sido incapacitado por una Constitución que necesita una reforma
drástica y por las grietas surgidas en el sistema de partidos.
Circunstancias externas también han obrado en contra de Fox.
Aun cuando la economía de México enfrenta grandes desafíos como la amenaza de
la competencia de China en sus mercados de exportación más importantes, no se
ha percibido una gran sensación de urgencia. En lugar de eso, la recuperación
estadounidense y los altos precios que México está recibiendo por sus
exportaciones petroleras, han provocado una menor aceptación de la necesidad de
una reforma.
"Se ha permitido que la ausencia de una crisis se haya
convertido en la ausencia de cualquier necesidad de avance", señala Ángel
Gurría, secretario de Relaciones Exteriores y de Hacienda en el periodo de
Ernesto Zedillo, quien precedió a Fox en la presidencia. Gurría destaca que los
cambios más trascendentes del país, como incorporarse al Tratado de Libre
Comercio de América del Norte, sólo se han producido en respuesta a alguna
crisis.
Pero el núcleo de los problemas de Fox es su relación con el
Congreso. Bajo el gobierno del PRI, el presidente en funciones usaba el aparato
del partido para controlar al Congreso, aun cuando los revolucionarios que
redactaron la Constitución de México en 1917 habían establecido un sistema de
separación de poderes similar al dispuesto en la Constitución estadounidense.
"La Constitución se convirtió en letra muerta", indica Giovanni Sartori,
científico político de la Universidad de Columbia.
"Así que cuando el PRI perdió tanto la presidencia como su
mayoría en el Congreso, la estructura de control dejó de existir y casi de la
noche a la mañana entró en vigor la Constitución de 1917". Esa Constitución no
contribuye nada para hacer del Congreso un cuerpo que responda a las exigencias
y que rinda cuentas, en virtud de que existen límites estrictos para servir
como legislador.
Durante el mandato de Fox, el Congreso ha puesto a prueba
sus poderes por primera vez y ha establecido precedentes constitucionales, que
con frecuencia lo han hecho parecer mezquino y obstruccionista. En un ejemplo
destacado, el Senado recurrió por primera vez en 2002 a una disposición
constitucional para negar a Fox el permiso de hacer un viaje a Estados Unidos.
Jorge Castañeda, primer secretario de Relaciones Exteriores
de Fox y uno de sus principales estrategas de campaña, indica: "Necesitamos un
nuevo andamiaje constitucional para este país. Nuestra democracia no puede
funcionar con las instituciones del régimen autoritario. No puede suceder".
El Congreso también ha ejercido su poder reduciendo los
recursos al Ejecutivo, obligando al gobierno a disminuir el número de
secretarías, recortando su presupuesto para relaciones públicas e incluso
reduciendo su tiempo gratuito al aire en televisión en 60 por ciento .
Pero los problemas de Fox van más allá de simplemente tener
una mayoría en su contra en el Congreso, la cual se ensanchó luego de que su
Partido Acción Nacional sufrió un severo revés en las elecciones legislativas
del año pasado. El sistema de partidos en sí mismo es inestable y el PRI, con
el que Fox debe forjar una relación funcional para promulgar legislación, se
está fracturando. Elba Esther Gordillo, secretaria general del PRI, ganó una
reñida elección el verano pasado para dirigir a la fracción parlamentaria del
PRI en la Cámara de Diputados.
Gordillo, que es amiga de Fox, defendió la propuesta de éste
de aplicar un impuesto al valor agregado del 10 por ciento a medicinas y
alimentos, que actualmente no son gravados, y de reducir el impuesto sobre la
renta, medidas cuyo objetivo era reducir la evasión fiscal y ampliar la base de
contribuyentes.
Sin embargo, Gordillo, que no tenía el control del partido,
fue desituida en noviembre de su cargo legislativo y en su lugar fue nombrado
Emilio Chuayffet, ex secretario de Gobernación y miembro de la vieja guardia
del partido. Ahora, Gordillo ha establecido su propio grupo dentro del PRI, la
llamada "Fuerza Reformista", que no acepta el liderazgo de Chuayffet.
Analistas coinciden en señalar que los problemas internos
del PRI, producidos en momentos en que el país se prepara para una serie de
elecciones estatales que tendrán lugar antes de la contienda presidencial de
2006, harán que para Fox sea más difícil lograr avances.
Macario Schettino, analista político del TEC de Monterrey,
dijo que "no hay incentivos ni mecanismos para que el PRI mantenga su unidad
antes de las elecciones presidenciales".
Además, la opinión pública se está alejando de la agenda de
Fox y ahora está mostrando inclinaciones más populistas, como demuestra el
nivel de apoyo de que disfruta López Obrador, del Partido de la Revolución
Democrática (PRD).
Según los analistas, si López Obrador no fuera tan popular,
el PRI estaría dispuesto a llegar en el Congreso a algún acuerdo en materia
fiscal.
Leo Zuckermann, director general del CIDE, señaló que
"existe la sensación en el país de que la izquierda puede ganar las próximas
elecciones. Y ciertas facciones del PRI empezarán a alinearse con la izquierda.
En sus orígenes, el PRI era un partido de izquierda".
Fox complicó todavía más sus problemas con el Congreso
debido a una serie de errores estratégicos y tácticos. Ex miembros del gabinete
pertenecientes al PRI se quejaron de que la primera reforma fiscal, presentada
en 2001 cuando el PAN y el PRD tenían la mayoría sin necesidad de recurrir a la
ayuda del PRI, fue introducida sin incluir detalles claros de cómo debía
gastarse el dinero. Por eso, el debate se centró en la aplicación o no del IVA
a alimentos y medicinas, algo que prácticamente ningún político podía
respaldar.
La forma en que el gobierno manejó su segundo intento de
aplicar una reforma fue todavía peor. Presentó un presupuesto austero al
Congreso y ofreció la reforma fiscal por separado. Eso significaba que los
diputados podían votar contra la reforma fiscal, sin que ello implicara ningún
recorte en el gasto que el gobierno ya había propuesto, un gran error
estratégico.
Por otra parte, Fox y su gente parecen haber sobrestimado la
fuerza de Gordillo. "Pensaron que el PRI estaba bajo control y que ella podía
conseguir los votos necesarios", dijo Castañeda, amigo de Gordillo. "Pero no
había ninguna lógica en esa forma de pensar", agregó. "Un partido de oposición
no puede votar a favor de un incremento fiscal un año antes de que se realicen
elecciones para gobernador en 10 estados. Es imposible. Si pides a la gente que
vaya en contra de sus propios intereses y de su voluntad, te defraudarán. Nunca
tuvo ningún sentido".
Las consecuencias a largo plazo del colapso de la reforma
fiscal podrían ser graves. El gobierno mexicano seguirá recaudando menos de 12
por ciento del producto interno bruto en impuestos, lo que impide invertir en
proyectos de largo plazo que garanticen la competitividad del país.
De este modo, el gobierno continuará con su política de
saquear las arcas de Pemex para balancear sus cuentas. Y sin una modificación
de las leyes laborales o de inversión privada en el sector energético, será
difícil reactivar el crecimiento de la productividad, que desde hace 10 años
está disminuyendo.
Hay rubros en los que Fox puede trabajar sin verse
obstaculizado por el Congreso. En materia de derechos humanos, la designación
de un observador permanente de la ONU en el país fue vista como un paso en la
dirección correcta.
Fox ha nombrado también a veteranos del PRI para mantener
políticas fiscales duras, gracias a las cuales el déficit fiscal fue de sólo
0.3 por ciento del PIB este año. Combinadas con una política monetaria que ha
colocado por primera vez a la inflación por debajo del 4 por ciento , estas
políticas han permitido que la industria bancaria y los mercados de capital del
país empiecen a recuperarse.
Sin embargo, estas políticas económicas también habrían
podido ser aplicadas por Francisco Labastida, el candidato presidencial del PRI
derrotado por Vicente Fox.
Otras iniciativas presidenciales no han tenido buenos
resultados. Dos años después del anuncio de una campaña para reducir los
trámites burocráticos que habría permitido abrir un negocio en menos de 24
horas, los aspirantes a empresarios aún tienen que esperar hasta tres meses
para obtener su licencia para comerciar.
No se sabe cuál será la estrategia que aplicará Fox en sus
últimos tres años de gobierno. Castañeda le ha pedido que se concentre en la
reforma constitucional, como por ejemplo en la introducción en el Congreso de
una propuesta de reforma que permita la reelección, con el argumento de que aun
si las medidas no fueran aprobadas, por lo menos estarían ya en la agenda.
Otros analistas no están muy de acuerdo y dicen que la
reforma constitucional tiene todavía menos probabilidades de salir avante que
las reformas económicas que intentó aplicar Fox. Vitali Meschoulam, del Grupo
Eurasia, en Nueva York, sugirió que tal vez Fox pueda explotar las divisiones
del PRI, aunque no se siente muy optimista.
"A juzgar por lo que ha pasado hasta la fecha", dijo, "lo
más probable es que Fox y su equipo sean meros espectadores en los próximos
tres años".
Bush Tends to Relations With Latin America
Fuente: New York Times
MONTERREY, Mexico (AP) -- Having patched the fractures in
his friendship with Mexico, President Bush is tending to troubled relations
with other Latin American leaders -- who often are skeptical of U.S. intentions
and sometimes aren't shy about saying so.
At the Summit of the Americas, Bush pledged to fight
corruption, nurture democracies and work to bring all people in the Western
Hemisphere into an ``expanding circle of development.''
But disputes over a free trade agreement that would span the
entire region and arguments over proposed penalties for corrupt nations are
hanging over the meeting like the haze over this industrial city.
U.S. accomplishments at the summit might amount to ``a
little more than damage control,'' says Carol Graham, who studies Latin
American politics and economics at the Brookings Institution in Washington.
Bush, however, was expecting a friendly breakfast chat
Tuesday with Canada's new Prime Minister Paul Martin, who is pursuing better
ties with Bush following tit-for-tat snubs that marked the president's
relationship with Canada's former leader, Jean Chretien.
Before returning to Washington on Tuesday evening, Bush also
will meet with Argentina's President Nestor Kirchner, who has said that his
nation is no longer interested in ``automatic alignment'' with U.S. policy.
Kirchner, who has been angered by recent U.S. criticism over Argentina's
warming relations with Cuba, boldly stated that he would ``win by a knockout''
at his meeting with Bush.
Bush's third meeting Tuesday on the sidelines of the summit
is with Bolivian President Carlos Mesa.
U.S. officials have been concerned that Cuba and Venezuela
are meddling in Bolivia, South America's poorest country where the gap between
rich and poor widened under the free-market economic policies of Mesa's
predecessor.
Privately, Bush administration officials worry that
Venezuelan President Hugo Chavez is working with Cuba to oppose pro-American
democracies in the region. Chavez, who has warned the United States not to
meddle in his nation's affairs, expressed his low expectations for the summit
on Monday, saying, ``We meet, we greet, we sign a declaration, we take a
picture, we smile, there are meals, but nothing happens.''
``Although there have been some successes, the majority of
the countries in the region are more hostile to the U.S. than they have been in
decades,'' said Pamela Falk, who teaches international law, migration and trade
policy at City University of New York. ``They are asking for more consistent
attention.''
On his summit slate, Bush is calling for a firm 2005
deadline to complete negotiations on a free trade agreement spanning the
Western Hemisphere -- his top policy goal for Latin America. Brazil and
Venezuela are resisting.
Bush is continuing his hardline stance against Cuba, the
only nation in the hemisphere not invited to the summit. ``Together we will
succeed, because the spirit of liberty still thrives, even in the darkest
corners of Fidel Castro's prisons,'' Bush said Monday.
The United States wants to kick corrupt nations out of the
Organization of American States, arguing they should receive the same
punishment as undemocratic nations. He also urged the other 33 leaders at the
summit to do more to fight corruption and terrorism.
On Monday, Bush and Mexican President Vicente Fox found
common ground on the contentious issues of immigration and Iraq, ending two
years of discord that followed the terrorist attacks of Sept. 11, 2001. The
two, who agreed to meet at Bush's Texas ranch on March 5-6, later dined at a
stately government building adorned with massive Roman columns.
Fox, without reservation, embraced the immigration
initiative Bush unveiled last week give illegal immigrants who have jobs in the
United States temporary legal status -- a move that was not only a nod to Fox,
but to Hispanic voters in this year's election. ``What else can we wish?'' Fox
said at a news conference with Bush.
And Fox, who didn't support the U.S.. invasion off Iraq,
congratulated Bush for the capture of Saddam Hussein by American forces. ``He
will be taken to trial, to judgment. We fully support that,'' Fox said.
Bush also had a 30-minute meeting with Luiz Inacio Lula da
Silva, the president of Brazil, which has led a coalition of nations to oppose
the Free Trade Area of the Americas. In another meeting with Chilean President
Ricardo Lagos. Bush applauded the signing last year of a free-trade pact
between the two nations.
Joking afterward, Lagos said Bush's ``Spanish is improving
very much.''
Chávez marca sus diferencias con Bush
Fuente: El Universal
Denuncia que Washington quiere derrocarlo y amenaza con
pasar `a plomo` a la oposición si busca vía violenta
Buenos Aires . Antes de iniciar su maratónica andanada de
críticas a la Cumbre de las Américas, al Fondo Monetario Internacional (FMI) y
a Estados Unidos, el presidente venezolano Hugo Chávez dio un paso hacía
adelante en su ambivalente relación con Washington al declararse como "un
hombre de izquierda" y a sincerar el abismo, y las "diferencias insalvables"
con George Bush, a quien acusó de estar "planificando mi derrocamiento".
En una extensa entrevista publicada ayer por el matutino
caraqueño El Universal , Chávez se autodefinió, por primera vez con todas las
letras, "un hombre cada vez más afianzado en un pensamiento y una acción de
izquierda revolucionaria y transformadora".
Una horas antes, en el último programa "¡Alo presidente!",
antes de viajar a Monterrey que fue seguido por una multitud de chavistas en la
plaza pública, el líder bolivariano denunció que "existe un complot de Estados
Unidos para provocar el derrocamiento del gobierno".
"Están preparando el terreno para derrocarme o para
asesinarme en el caso que no se lleve a cabo el referendo consultivo. Voy a ir
a Monterrey a alertar al mundo sobre esta trama que se está montando para decir
que soy enemigo de la democracia", acotó.
Después de su denuncia, Chávez brindó la primera entrevista
a un medio venezolano en meses para dejar en claro que Chávez dijo que Bush
"tiene una concepción política muy distante de la mía. Él representa el ala más
conservadora de los republicanos en Estados Unidos" y de paso marcó sus
diferencias, tan "insalvables" como las de Bush con el jefe de gobierno
español, José María Aznar.
"Yo soy un hombre de izquierda y cada día más afianzado en
un pensamiento y una acción de izquierda revolucionaria y transformadora y él
(Bush) es del ala más conservadora de los republicanos de Estados Unidos. Yo
creo que sí, la visión política, lo que defendemos o lo que propugnamos en el
mundo, entre Bush y Chávez, esa diferencia es insalvable", señaló.
"Igual creo que ocurre con (el presidente colombiano Álvaro)
Uribe. Es insalvable eso. A estas alturas de la vida ni él va a cambiar ni yo
voy a cambiar. Pero eso no significa que no podemos llevar a una situación de
normalidad las relaciones entre nuestros países como jefes de Estado", aseveró.
En esa entrevista, Chávez volvió a cargar contra la
oposición a la que amenazó con pasarla "a plomo" si insiste con la vía violenta
para intentar sacarlo del poder.
"Si ellos volvieran a insistir por el camino de la
violencia, pudiera ser su final, físico y político, porque si van a tratar de
levantar unidades militares, yo he dado instrucciones: recíbanlos a plomo",
dijo al tiempo que amenazó con tomar militarmente las emisoras de TV y las
empresas si repiten el comportamiento de abril del 2002, cuando durante 48
horas fue quitado de sus funciones por un golpe de Estado.
En ese sentido relativizó las posibilidades de que se llegue
al referéndum revocatorio, para el que la oposición recolectó firmas que son
analizadas por el Consejo Nacional Electoral, al insistir que "hubo fraude en
la recolección", aunque de llevarse a cabo y perderlo aseguró que "me iré
porque no soy ningún tirano".
Desafiante, como siempre, pero dando precisiones sobre sus
posibles actos futuros como "estamos preparados" si se llega a desencadenar una
ola violenta, Chávez apareció decidido a poner una mayor distancia con
Washington y a potenciar su relación con Cuba y con lo que él llama la triada
entre "Brasilia, Buenos Aires y Caracas".
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