10/11/2008
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Fortalecimento da confiança e da segurança

Lista das Medidas de Fortalecimento da Confiança e da Segurança

Quadro resumo de relatórios dos Estados membros sobre a aplicação das medidas de fortalecimento da confiança e segurança no período de 1997 a 2005 CP/CSH-671/05 corr. 1

Conferência Regional sobre Medidas de Fortalecimento da Confiança e da Segurança de Santiago, 1995

a) Adoção gradual de acordos sobre notificação prévia de exercícios militares;

b) Intercâmbio de informações e participação de todos os Estados membros no Registro de Armas Convencionais das Nações Unidas e no Relatório Padronizado Internacional sobre Gastos Militares;

c) Fomento da elaboração e do intercâmbio de informações sobre política e doutrinas de defesa;

d) Consideração de um processo de consultas com vistas ao avanço na limitação e controle de armas convencionais;

e) Acordos sobre convite de observadores para exercícios militares, visitas a instalações militares, facilidades para a observação de operações rotineiras e intercâmbio de pessoal civil e militar para formação, treinamento e aperfeiçoamento;

f) Reuniões e ações para evitar incidentes e incrementar a segurança no trânsito terrestre, marítimo e aéreo;

g) Programas de cooperação em casos de catástrofes naturais ou para prevenir essas catástrofes, com base na solicitação e autorização dos Estados afetados;

h) Desenvolvimento e implementação das comunicações entre as autoridades civis ou militares de países vizinhos, de conformidade com a sua situação fronteiriça;

i) Realização de seminários, cursos de divulgação e estudos sobre medidas de confiança mútua e políticas de fortalecimento da confiança com participação de civis e militares e sobre as preocupações especiais de segurança dos pequenos Estados insulares;

j) Realização de uma reunião de alto nível sobre as preocupações especiais de segurança dos pequenos Estados insulares; e

k) Programas de educação para a paz.

 

Conferência Regional de San Salvador de Acompanhamento da Conferência de Santiago, 1998

a) Estimular contatos e a cooperação entre legisladores sobre medidas de fortalecimento da confiança e de temas relacionados com a paz e a segurança hemisférica, incluindo a realização de encontros, intercâmbios de visitas e uma reunião de parlamentares, a fim de fortalecer esse processo.

b) Estender aos institutos de formação diplomática, academias militares, centros de pesquisa e universidades, os seminários, cursos e estudos previstos nas Declarações de Santiago e San Salvador sobre medidas de fortalecimento da confiança e da segurança, desarmamento e outros temas vinculados à paz e à segurança hemisférica, com participação de funcionários governamentais, civis e militares, bem como da sociedade civil, nessas atividades.

c) Identificar e realizar atividades que promovam a cooperação entre países vizinhos em suas zonas de fronteiras.

d) Promover o intercâmbio de informação, entre outros, por meio da publicação de livros da defesa ou documentos oficiais, conforme o caso, que permita maior transparência em matéria de políticas de defesa de cada país, bem como sobre a organização, estrutura, tamanho e composição das forças armadas.

e) Com o propósito de promover a transparência e com o apoio técnico de organismos econômicos internacionais apropriados, estimular a realização de estudos tendentes a avançar no estabelecimento de uma metodologia comum que facilite a comparação do gasto militar na região, levando em conta, entre outros, o Relatório Padronizado Internacional sobre Gastos Militares, das Nações Unidas.

f) Desenvolver um programa de cooperação para o atendimento das preocupações expressas pelo transporte marítimo de rejeitos nucleares e outros rejeitos, bem como de cooperação e coordenação nos foros internacionais pertinentes, para o fortalecimento das normas que regulam este transporte e sua segurança. 

g) Continuar a apoiar os esforços dos pequenos Estados insulares para atender às suas preocupações especiais de segurança, incluindo as de natureza econômica, financeira e ambiental, levando em consideração sua vulnerabilidade e seu nível de desenvolvimento.

h) Melhorar e ampliar a informação que os Estados membros enviam ao Registro de Armas Convencionais da ONU, a fim de fortalecer a contribuição do Hemisfério aos objetivos desse Registro, em cumprimento às resoluções pertinentes da Assembléia Geral da ONU.

i) Continuar com as consultas e os intercâmbios de idéias no Hemisfério para avançar na limitação e controle de armas convencionais na região.

 


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